quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Casa do Maranhão será reaberta como Centro de Interpretação Turístico-Cultural do Brasil


O espaço pretende tornar-se uma referência cultural para os maranhenses

 


 
Uma exposição permanente reunindo história, tradições, patrimônio, artes e saberes que compõem a formação cultural maranhense. Um equipamento com múltiplas possibilidades educacionais erguido com técnicas museológicas contemporâneas. Um novo e moderno espaço para exposições no coração de São Luís. Este é o primeiro Centro de Interpretação Turístico-Cultural brasileiro, a Casa do Maranhão, que será inaugurado nesta sexta-feira, (19) a partir das 18h.

Com olhar holístico e visão antropológica, a Casa do Maranhão proporciona aos visitantes um roteiro completo sobre o Estado reunindo textos, vídeos, softwares e experiências que narram a história desse pedaço do Brasil a partir das forças que forjaram seu caminho nos campos social, econômico e cultural.

A edificação foi completamente reconfigurada. Vitrine para o Centro Histórico ludovicense e paralelo ao Cais da Praia Grande, o espaço pretende tornar-se o ponto de partida para turistas e uma referência cultural para os maranhenses.

“O roteiro de visita deverá não só informar, mas emocionar as pessoas. Dar aos turistas e moradores uma visão geral e ao mesmo tempo detalhada de aspectos que não são passíveis de interpretação, pois o estado é muito grande e diverso para que se possa conhecer em apenas uma viagem”, explica Patricia Servilha, coordenadora do projeto.

O público conhecerá os fatos mais marcantes da memória do Estado, como a tentativa de instituir uma colônia francesa, entre outros acontecimentos da história recente. Os visitantes poderão estudar os primeiros mapas, percorrer as ruas do Centro Histórico e conhecer suas principais edificações e atrações. Os detalhes da própria Casa do Maranhão, antigo prédio do Tesouro Estadual datado de 1873, e o Palácio dos Leões, elegante sede do Governo Estadual, estarão ao alcance do público.

A Casa no Maranhão localiza-se na Rua do Trapiche, em espaço do Governo do Estado. A exposição foi viabilizada pelo Programa de Incentivo à Cultura do Governo Federal, por meio da Lei Rouanet, com o patrocinado da Vale e gerenciamento da Sacma (Associação Artística e Cultural do Maranhão).

Salomé Bar começa a funcionar hoje na Lagoa da Jansen

Franquia criada em Sorocaba traz novo conceito de boteco para São Luís

     A programação musical é voltada para samba e MPB  

    


Música de qualidade, cardápio variado de bebidas e petiscos e um ambiente aconchegante são alguns dos atrativos do Salomé Bar, franquia que começa a funcionar hoje em São Luís, na Lagoa da Jansen, e estará aberta para o público em geral. A programação musical terá Orquestra di Samba, com Wilson Ilha, tocando o melhor do samba de raiz, o cantor Jhoie Araújo e o DJ Marcelo.
    Segundo o empresário Frank Lima, um dos sócios do novo estabelecimento, garantir um atendimento de qualidade será uma das prioridades do Salomé Bar São Luís. “Queremos que nossos clientes tenham sempre um atendimento diferenciado, que os nossos garçons possam, inclusive, conhecer suas preferências. Essa foi uma das características que mais me chamou a atenção na rede Salomé Bar e que despertou o meu interesse – e das minhas sócias Cássia Braga e Paola Viana – em trazer esse novo conceito em boteco para São Luís”, destacou o empresário. Os funcionários do novo espaço estiveram na sede da franquia, em Sorocaba, onde participaram de um treinamento para garantir atendimento de qualidade no novo empreendimento da rede.
    Além da preocupação com o atendimento, Frank Lima destaca outros diferenciais do Salomé Bar. “Teremos uma cartela com mais de 40 marcas de cachaça, incluindo oito marcas produzidas especialmente para a franquia. Assim como acontece nos outros estabelecimentos da rede, teremos o Clube da Cachaça, o Clube do Wisky e o Clube da Vodka, que funciona assim: o cliente adquire uma garrafa da marca que preferir e recebe um cartão com o seu número de sócio. O número estará também na garrafa. Sempre que ele for ao Salomé Bar, entregará o seu cartão e o garçom levará a sua garrafa numerada”, detalha.
    Além de bebidas variadas, o bar também terá um cardápio de drinques exclusivos, inclusive não alcoólicos, mesa de frios e petiscos elaborados, com destaque para a Torre de frango, lanches frios e quentes, entre outros. Segundo Frank Lima, o Salomé Bar será um local também para apreciar boa música, pois sempre terá uma programação de apresentações de cantores e bandas, com destaque para ritmos como samba, MPB e forró tradicional.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Exportações crescem em 13 unidades da Federação este ano aponta estudo

Alumar
Um dos fatores responsáveis pelo déficit de US$ 3,8 bilhões da balança comercial (diferença entre exportações e importações) neste ano, a queda das exportações não afeta todas as regiões do país. Segundo levantamento divulgado nesta semana pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Distrito Federal e 12 estados registraram aumento nas vendas para o exterior neste ano.

O Maranhão teve um aumento de 18,64%, mas bem acima no topo da lista em comparação do valor exportado entre janeiro e novembro, os maiores crescimentos percentuais em relação ao mesmo período de 2013 ocorreram em Roraima (148,39%), no Piauí (60,60%), no Distrito Federal (26,83%) e no Tocantins (23,39%).

No Maranhão, o crescimento das exportações foi liderado pela alumina, óxido de alumínio produzido numa refinaria do estado. O estado também destacou-se nos embarques de combustíveis e lubrificantes e de couro.

No acumulado de 2014, as exportações somam US$ 212,078 bilhões até a primeira semana de dezembro, recuo de 5,5% pela média diária em relação ao mesmo período de 2013. Segundo o MDIC, a queda no preço internacional das commodities (bens primários com cotação internacional) e a crise cambial na Argentina, que afetou as exportações de veículos para o país vizinho, são os principais responsáveis pela retração das vendas externas. No entanto, a safra recorde de soja, o aumento da venda de carnes e a retomada da produção de petróleo reverteram a queda em algumas unidades da Federação.

Com crescimento de 2,3% no valor exportado no período de janeiro a novembro, a soja em grão foi o principal responsável pelo crescimento das exportações em Roraima, em Rondônia, no Tocantins, no Amapá e em Santa Catarina. No Distrito Federal, no Piauí e no Maranhão, o produto não liderou o crescimento, mas esteve entre os principais destaques. A expansão decorreu exclusivamente do aumento da quantidade plantada e exportada porque, nos 11 meses do ano, o preço internacional da soja acumula queda de 4,4%.

O aumento da produção de petróleo após o fim da manutenção programada de plataformas impulsionou as vendas externas no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A alta ajudou a reduzir o déficit na conta petróleo – diferença entre exportações e importações de petróleo e de derivados – de US$ 19,5 bilhões nos 11 meses de 2013 para US$ 15 bilhões no mesmo período deste ano. Mesmo assim, o desempenho da conta petróleo foi insuficiente para reverter o déficit da balança comercial no acumulado do ano.

Além do petróleo, outros produtos ajudaram a puxar o crescimento nas vendas externas dos dois estados da Região Sudeste. No Rio de Janeiro, peças de barco, ligas de ferro e de aço, bombas centrífugas, construções pré-fabricadas e minério de níquel ajudaram as exportações. No Espírito Santo, tubos de ferro e de aço, café em grão e mármore reforçaram os embarques.

O bom desempenho das 13 unidades da Federação não neutralizou a queda das exportações nas respectivas regiões. No acumulado do ano, as vendas externas caíram 4,84% no Norte, 0,68% no Nordeste, 3,68% no Centro-Oeste, 3,88% no Sudeste e 16,28% no Sul em relação ao mesmo período de 2013.

MA lidera ranking de concentração de empresas com alto crescimento

Alumar


A concentração regional de empresas de alto crescimento é maior nas regiões Norte e Nordeste. Do total de empresas do Nordeste, 11,4% são de alto crescimento, responsáveis por 21,7% do pessoal ocupado, proporção que cai para 10% das empresas e 15,1% do pessoal na Região Sul. Os estados com as maiores proporções de empresas de alto crescimento são Maranhão (13,4%), Roraima (12,5%) e Ceará (12,4%), enquanto a menor proporção está em Minas Gerais, com 9,3%.

Os dados estão no estudo Estatística de Empreendedorismo 2012, divulgado hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Empresa de alto crescimento é aquela que tem a partir de dez pessoas assalariadas e apresenta crescimento de pelo menos 20% no quadro de pessoal por um período de três anos. O instituto analisou dados do Cadastro Central de Empresas (Cempre) e pesquisas estruturais do IBGE nas áreas de indústria, comércio, serviços e construção.

O IBGE destaca que entraram na análise os dados do triênio 2010, 2011 e 2012, portanto posteriores à crise econômica global de 2008 e 2009 e que, no período avaliado, o empreendedorismo como promotor do crescimento econômico ganhou destaque, pois “é um instrumento importante no aumento da produtividade, competitividade e geração de postos de trabalho”.

No período analisado, o crescimento de países em desenvolvimento recuou de 7,5% para 5,1%, com redução do crescimento real do comércio internacional de bens e serviços de 12,8% para 2,8%.
No Brasil, a construção cresceu 11,6% em 2010, 3,6% em 2011 e 1,4% em 2012. Por outro lado, a indústria, que teve queda de 5,6% em 2009, cresceu 10,4% em 2010 e 1,6% em 2011, mas voltou a cair 0,8% em 2012. O comércio teve crescimento de 10,9%, 3,4% e 0,9%, respectivamente; e o setor de serviços cresceu 5,5%, depois 3,4% e 1,9% no último ano analisado.

A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se manteve dentro do limite da meta do governo, com 6,5%, 5,9% e 6,5%; e o desemprego caiu no período, chegando ao nível mais baixo da história em 2012, com 5,5%, acompanhado por um movimento de formalização do emprego e qualificação da mão de obra, aumentando o percentual de 15 anos ou mais de estudo – o que equivale ao curso superior completo – de 6,9% em 2008 para 8,1% em 2011.
Em 2012, o Brasil tinha 4,6 milhões de empresas ativas, responsáveis pela ocupação de 40,7 milhões de pessoas, sendo 83,4% na condição de assalariado e 16,6% como sócio ou proprietário. No recorte de empresas com uma ou mais pessoas assalariadas, o número alcança 2,3 milhões, enquanto, com relação àquelas com pelo menos dez pessoas assalariadas, o Brasil tinha em 2012 465 mil empresas, o que corresponde a 10,1% do total.
Enquanto o número total de empresas no país cresceu 13% entre 2008 e 2012, a remuneração média passou de 3,1 salários mínimos em 2008 para 2,8 em 2012, com um total de R$ 756,6 bilhões. Em 2008, o salário mínimo era R$ 415 e em 2012 chegou a R$ 622.
Considerando apenas as empresas de alto crescimento, elas eram 35.206 em 2012 e empregavam 5,3 milhões de pessoas, com um montante de R$ 108,8 bilhões pagos em remunerações. Na comparação com 2011, houve crescimento de 2% no número de empresas, de 5% no pessoal ocupado e de 14% nos salários e remunerações. Entre 2009 e 2012, essas empresas geraram 3,3 milhões de postos de trabalho, o que representa 58,3% do total criado por empresas com dez assalariados ou mais no país, percentual maior do que o apresentado no triênio anterior, quando o número chegou a 56%. Considerando apenas as empresas de alto crescimento, o aumento no número de postos de trabalho alcançou 167,8% no período analisado. Fonte: Agência Brasil com blog Dom Severino  
 

Curiosidades sobre o PIB 2012 em relação às Regiões Metropolitanas



PIB 2012
1º RM de São Paulo | 786.499.859
2º RM do Rio de Janeiro | 330.230.710
3º RIDE de Brasília | 185.270.200
4º RM de Belo Horizonte | 135.682.842
5º RM de Porto Alegre | 116.936.719
6º RM de Curitiba | 104.725.505
7º RM de Recife | 75.889.206
8º RM de Salvador | 72.929.817
9º RM de Vitória | 60.627.444
10º RM de Fortaleza | 59.616.204
11º RM de Manaus | 53.204.311
12º RM de Goiânia | 45.816.034
13º RM de Belém | 26.443.047
14º RM de São Luis | 26.108.921
15º RM de Florianópolis | 22.711.474
16º RM de Natal | 19.864.623
17º RM de João Pessoa | 18.309.792
18º RM de Cuiabá | 17.741.650
19º Campo Grande | 16.970.656
20º RM de Maceió | 16.145.674
21º RIDE de Teresina | 14.202.355
22º RM de Aracaju | 12.787.155
23º Porto Velho | 9.775.427
24º RM de Macapá | 8.048.580
25º RM de Palmas | 6.867.739
26º RM de Boa Vista | 5.499.958
27º Rio Branco | 4.946.632


População 2012
1º RM de São Paulo | 19.956.590
2º RM do Rio de Janeiro | 12.035.931
3º RM de Belo Horizonte | 4.963.420
4º RM de Porto Alegre | 3.995.337
5º RIDE de Brasília | 3.861.015
6º RM de Recife | 3.743.854
7º RM de Fortaleza | 3.700.182
8º RM de Salvador | 3.642.682
9º RM de Curitiba | 3.285.851
10º RM de Goiânia | 2.238.058
11º RM de Manaus | 2.175.860
12º RM de Belém | 2.079.699
13º RM de Vitória | 1.725.323
14º RM de São Luis | 1.382.564
15º RM de Natal | 1.374.135
16º RM de Maceió | 1.181.602
17º RIDE de Teresina | 1.167.557
18º RM de João Pessoa | 1.141.709
19º RM de Florianópolis | 902.445
20º RM de Aracaju | 859.965
21º RM de Cuiabá | 850.008
22º Campo Grande | 805.397
23º RM de Macapá | 519.961
24º Porto Velho | 442.701
25º RM de Palmas | 416.088
26º Rio Branco | 348.354
27º RM de Boa Vista | 311.666


PIB per capita 2012
1º RIDE de Brasília | 47,985
2º RM de São Paulo | 39,411
3º RM de Vitória | 35,140
4º RM de Curitiba | 31,872
5º RM de Porto Alegre | 29,268
6º RM do Rio de Janeiro | 27,437
7º RM de Belo Horizonte | 27,337
8º RM de Florianópolis | 25,167
9º RM de Manaus | 24,452
10º Porto Velho | 22,081
11º Campo Grande | 21,071
12º RM de Cuiabá | 20,872
13º RM de Goiânia | 20,471
14º RM de Recife | 20,270
15º RM de Salvador | 20,021
16º RM de São Luis | 18,884
17º RM de Boa Vista | 17,647
18º RM de Palmas | 16,505
19º RM de Fortaleza | 16,112
20º RM de João Pessoa | 16,037
21º RM de Macapá | 15,479
22º RM de Aracaju | 14,869
23º RM de Natal | 14,456
24º Rio Branco | 14,200
25º RM de Maceió | 13,664
26º RM de Belém | 12,715
27º RIDE de Teresina | 12,164


Evolução do PIB entre 2011 e 2012
1º RM de São Luis | 22.160.426 | 26.108.921 | 17,82%
2º RM de Macapá | 6.901.439 | 8.048.580 | 16,62%
3º RM de Recife | 67.138.865 | 75.889.206 | 13,03%
4º RM de João Pessoa | 16.242.406 | 18.309.792 | 12,73%
5º RM de Goiânia | 41.355.772 | 45.816.034 | 10,79%
6º Rio Branco | 4 491 134 | 4 946 632 | 10,14%
7º Campo Grande | 15 721 673 | 16 970 656 | 7,94%
8º RIDE de Teresina | 13.181.546 | 14.202.355 | 7,74%
9º RM de Natal | 18.453.186 | 19.864.623 | 7,65%
10º RM de Palmas | 6.381.799 | 6.867.739 | 7,61%
11º RM do Rio de Janeiro | 310.564.633 | 330.230.710 | 6,33%
12º RM de Belém | 25.017.094 | 26.443.047 | 5,70%
13º RM de Cuiabá | 16.797.863 | 17.741.650 | 5,62%
14º RIDE de Brasília | 176.623.174 | 185.270.200 | 4,90%
15º RM de Florianópolis | 21.668.981 | 22.711.474 | 4,81%
16º RM de Aracaju | 12.218.858 | 12.787.155 | 4,65%
17º RM de Belo Horizonte | 129.666.682 | 135.682.842 | 4,64%
18º RM de Vitória | 58.063.017 | 60.627.444 | 4,42%
19º RM de Porto Alegre | 112.158.959 | 116.936.719 | 4,26%
20º RM de Boa Vista | 5.276.272 | 5.499.958 | 4,24%
21º RM de Fortaleza | 57.632.098 | 59.616.204 | 3,44%
22º RM de Curitiba | 101.325.357 | 104.725.505 | 3,36%
23º RM de São Paulo | 765.371.819 | 786.499.859 | 2,76%
24º Porto Velho | 9 518 428 | 9 775 427 | 2,70%
25º RM de Maceió | 15.880.119 | 16.145.674 | 1,67%
26º RM de Salvador | 72.172.333 | 72.929.817 | 1,05%
27º RM de Manaus | 54.255.691 | 53.204.311 | -1,94%


Crescimento do PIB entre 2008 e 2012
1º Porto Velho | 5 066 906 | 9 775 427 | 92,93%
2º RM de São Luis | 15.682.120 | 26.108.921 | 66,49%
3º RM de Recife | 45.746.932 | 75.889.206 | 65,89%
4º RM de Goiânia | 27.992.387 | 45.816.034 | 63,67%
5º Campo Grande | 10 460 818 | 16 970 656 | 62,23%
6º RIDE de Teresina | 8.758.367 | 14.202.355 | 62,16%
7º RM de Natal | 12.818.829 | 19.864.623 | 54,96%
8º RM de Palmas | 4.449.150 | 6.867.739 | 54,36%
9º RM de Macapá | 5.245.767 | 8.048.580 | 53,43%
10º RM de Fortaleza | 39.011.864 | 59.616.204 | 52,82%
11º RM de João Pessoa | 12.058.931 | 18.309.792 | 51,84%
12º RM de Maceió | 10.736.659 | 16.145.674 | 50,38%
13º RM de Cuiabá | 11.916.224 | 17.741.650 | 48,89%
14º RM de Boa Vista | 3.695.257 | 5.499.958 | 48,84%
15º RM de Florianópolis | 15.360.708 | 22.711.474 | 47,85%
16º RM de Aracaju | 8.660.476 | 12.787.155 | 47,65%
17º RIDE de Brasília | 125.951.542 | 185.270.200 | 47,10%
18º RM do Rio de Janeiro | 227.872.769 | 330.230.710 | 44,92%
19º Rio Branco | 3 547 942 | 4 946 632 | 39,42%
20º RM de Curitiba | 75.813.580 | 104.725.505 | 38,14%
21º RM de São Paulo | 572.274.284 | 786.499.859 | 37,43%
22º RM de Belo Horizonte | 98.739.627 | 135.682.842 | 37,41%
23º RM de Belém | 19.415.914 | 26.443.047 | 36,19%
24º RM de Vitória | 45.078.333 | 60.627.444 | 34,49%
25º RM de Manaus | 39.934.238 | 53.204.311 | 33,23%
26º RM de Porto Alegre | 88.640.535 | 116.936.719 | 31,92%
27º RM de Salvador | 59.481.930 | 72.929.817 | 22,61%

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Prefeitura inicia iluminação artística da Ponte Bandeira Tribuzzi

Aplausos para esta iniciativa da prefeitura de São Luís

A Prefeitura de São Luís iniciou o serviço de iluminação artística da Ponte Bandeira Tribuzzi. O jogo de cores vai dar destaque à beleza arquitetônica da estrutura que liga o bairro da Camboa ao Jaracati. O projeto conceitual e a execução do serviço são coordenados pela Secretaria de Obras e Serviços Públicos (Semosp), seguindo a orientação do prefeito Edivaldo para valorização dos componentes estéticos da cidade e promoção do turismo.
O superintendente de Iluminação Pública da Semosp, José Pedro Lopes Filho, explica que a técnica de iluminação artística utiliza a coloração e seu efeito de movimento para dar destaque a um monumento arquitetônico, busto histórico, paisagem natural ou a fachada de um prédio. “A intenção é ressaltar valores estéticos que já existem”, explica o superintendente José Pedro Lopes Filho.
Para isto, na Ponte Bandeira Tribuzzi serão instalados 264 pontos de luz, com potência de 50 watts, distribuídos na parte lateral, pilares e fundo da ponte. “Quem olha de fora da via terá uma percepção diferenciada de quem está passando na ponte. A iluminação vai dar uma visão mais agradável e atraente da ponte durante a noite”, diz.
Para dar uma sensação de movimento e dinamismo à iluminação, a Prefeitura utiliza tecnologia avançada, com lâmpadas led em que se pode programar, por computador, a sequência de cores. O reflexo das tonalidades quentes também poderá ser percebido na água da maré.
O projeto de iluminação artística da cidade abrange outras localidades como a iluminação de destaque da Lagoa da Jansen, implantada em outubro deste ano. Ponto turístico, de esporte e lazer da cidade, o objetivo da iluminação artística da Lagoa foi ressaltar o aspecto ambiental e contribuir de maneira direta para segurança no local.
“O forte da Lagoa é a natureza, que fica quase invisível para quem passa a noite. A opção do conceito foi iluminar a massa verde”, explica José Pedro. Ele lembra que foram instalados 96 novos projetores com potência de 400 watts distribuídos em 32 suportes e postes distribuídos ao longo da área, em quatro cores diferentes: verde, vermelho, azul e amarelo.
Alguns pontos da Avenida Litorânea também receberam a iluminação artística. Na entrada da via, próximo à Praça dos Pescadores, e no canteiro central, os coqueiros ganharam iluminação especial durante a noite, para enfatizar a beleza da orla de São Luís.
Na programação da Prefeitura de São Luís, ainda receberão iluminação artística a Avenida Jerônimo de Albuquerque, no bambuzal localizado na Curva do 90 e na altura do Cohafuma, para iluminar a massa verde que há na extensão da Avenida da Universidade.
 
ILUMINAÇÃO PÚBLICA
Desde o início da gestão, o prefeito Edivaldo determinou atenção especial para a iluminação pública da cidade com o objetivo de aumentar a eficiência do serviço. Para cumprir esse objetivo foram estabelecidas rondas, realizadas pelas equipes da CiteLuz, para detectar possíveis problemas na iluminação, além de disponibilizar para a população o telefone 0800-284-8082, onde o cidadão pode solicitar o conserto de pontos danificados. A Prefeitura também tem investido na eficientização do sistema, até agora já foram trocados 15 mil novos pontos de luz, totalizando 95 mil pontos

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Centro Histórico de São Luis terá prefeitura paralela



Como já havia sido sugerido por este blog e devidamente  ignorado pelas autoridades  (in)competentes  há  algum  tempo,  finalmente   o  Centro Histórico de São Luis ganhará, a partir   de  janeiro de 2015, uma espécie de “prefeito’ para administrar este que era para ser um dos espaços lúdicos e culturais mais bem cuidados da cidade, mas que anda  abandonado e carente de infraestrutura básica para atender a população local e os turistas com a devida qualidade.
O “prefeito” do Centro Histórico contará com um orçamento mínimo para serviços gerais, além de uma equipe de funcionários oriunda das secretarias de Estado de Turismo, de Cultura, de Juventude e de Segurança.
Assim que o novo Governo do Estado iniciar, a Prefeitura de São Luís será procurada para discutir a ideia e, se for o caso, estabelecer a primeira parceria entre o executivo estadual e o municipal.
Já existe até o indicado para o posto de “prefeito” do Centro Histórico de São Luís.

IBGE divulga PIB Municipal 2012 e confirma São Luís com o 13º maior PIB dentre as capitais brasileiras

Península by night -São Luís (MA)
 

Participação das capitais no PIB do país em 2012 foi a menor desde 99

 
Por Rafael Rosas | Valor
 
RIO  -  A participação das capitais estaduais no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2012 foi a menor desde o início da série histórica, em 1999. A pesquisa PIB dos Municípios 2012, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que as 27 capitais – Brasília inclusive – responderam, naquele ano, por 33,4% do PIB nacional, contra 33,7% no ano anterior. Em 1999, essa fatia era de 38,7%.
São Paulo ficou com a maior participação, de 11,4%, contra 11,6% em 2011, enquanto Palmas fechou a lista, com 0,1% do PIB brasileiro, mesmo patamar de 2011.
Manaus respondeu por 77,7% do PIB amazonense, e liderou a lista em termos de participação no PIB do Estado – neste caso, Brasília fica fora da conta, já que a cidade responde por 100% do Distrito Federal. A seguinte maior participação foi de Boa Vista, que em 2012 teve participação de 72,8% no PIB de Roraima. A seguir vieram Macapá, com 61,9% do PIB do Amapá, e Rio Branco, que respondeu por 51,4% do PIB do Acre.O IBGE também mostrou que três municípios – neste caso não apenas capitais – tiveram aumento considerado expressivo na participação total do PIB do país entre 2011 e 2012.
A pesquisa considerou apenas cidades com participação superior a 0,5% no PIB nacional. Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, passou de 0,9% para 1% no período, enquanto Santos (SP) saltou de 0,8% para 0,9%. Já São Luís (MA) aumentou sua participação de 0,5% para 0,6%.
“Em Campos dos Goytacazes, a variação positiva na participação deveu-se principalmente ao efeito do câmbio no preço do petróleo, que impactou diretamente o segmento extrativa mineral. O câmbio vinha sendo valorizado de 2008 até 2011 e isso tinha efeito amortecedor sobre o aumento do preço em dólares. A partir de 2011, o câmbio passou a inverter a tendência, se desvalorizando e, consequentemente, reforçando seu efeito sobre o preço”, diz o IBGE, acrescentando que Santos se beneficiou do desempenho dos setores de indústria de transformação, intermediação financeira, seguros e previdência complementar e serviços relacionados e serviços prestados às empresas.
Em São Luís, a alta foi consequência do comércio de combustíveis, lubrificantes e derivados. Entre os que mais perderam participação, destaque para São Paulo, que passou de 11,6% para 11,4%; São Bernardo do Campo (SP), que caiu de 0,9% para 0,8%; e Manaus, que recuou de 1,2% para 1,1%.
Concentração municipal 
Ao se analisar o levantamento Produto Interno Bruto dos Municípios 2012 fica clara a concentração do PIB municipal nos 27 Estados da federação. A pesquisa, divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que na maior parte dos Estados os cinco municípios com os maiores PIBs respondem por mais de 30% do PIB estadual.
Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Maranhão e Bahia eram os únicos Estados, em 2012, que tinham os cinco principais municípios em termos de geração de riqueza com participação somada inferior a 30% n o PIB estadual. Em Minas, as cinco cidades com os maiores PIBs – Belo Horizonte, Betim, Uberlândia, Contagem e Juiz de Fora – representavam 22,9% do total do Produto Interno Bruto mineiro.

São Luís, Imperatriz, Açailândia, Balsas e Timon responderam, juntos, por 24,5% do PIB maranhense.

No Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Caxias do Sul, Canoas, Rio Grande e Gravataí somaram 24,6% do PIB estadual, enquanto em Santa Catarina, os municípios de Itajaí, Joinville, Florianópolis, Blumenau e Jaraguá do Sul juntos tinham 25,3% do PIB  do Estado.
Na Bahia, as cidades de Salvador, Camaçari, Feira de Santana, Candeias e Simões Filho juntas somaram 26,4% do PIB do Estado, enquanto no Paraná, os municípios de Curitiba, São José dos Pinhais, Araucária, Londrina e Maringá responderam por 28,9% das riquezas produzidas no Estado.
Em outros quatro Estados, as cinco maiores cidades somam mais de 60% do PIB. A maior concentração está no Amapá, que tem apenas 18 municípios. Macapá, Santana, Laranjal do Jari, Oiapoque e Pedra Branca do Amapari respondiam, em 2012, por 85,2% do PIB estadual.
Em Roraima, com 15 municípios, essa concentração era de 79,4%, nas mãos de Boa Vista, Rorainópolis, Caracaraí, Mucajaí e Alto Alegre. No Acre, com 22 municípios, Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Tarauacá e Senador Guiomard somavam em 2012 69,2% do PIB do Estado. No Amazonas, Manaus, Coari, Itacoatiara, Manacapuru, Alto Alegre e Parintins respondiam por 61,8% do PIB.
Maior Estado da federação em termos de PIB, São Paulo apresenta um desempenho médio em termos de concentração de PIB em relação à média nacional. A capital, Guarulhos, Campinas, Osasco e Santos respondiam, em 2012, por 35,3% do PIB.


Capitais com os maiores PIB's municipais em 2012

1º São Paulo 499 375 401
2º Rio de Janeiro 220 924 561
3º Brasília 171 235 534
4º Curitiba 59 151 308
5º Belo Horizonte 58 374 103
6º Manaus 49 824 579
7º Porto Alegre 48 002 209

8º Fortaleza 43 402 190
9º Salvador 39 866 168
10º Recife 36 821 898
11º Goiânia 30 131 330
12º Vitória 28 655 025

13º São Luís 24 601 718
14º Belém 20 557 946
15º Campo Grande  16 970 656
16º Maceió 13 694 808
17º Cuiabá 13 298 345
18º Natal 13 291 177

19º Florianópolis 12 614 711
20º Teresina 12 306 772
21º João Pessoa 11 225 777
22º Aracaju 9 813 852
23º Porto Velho 9 775 427

24º Macapá 6 453 597
25º Boa Vista 5 322 964
26º Rio Branco 4 946 632
27º Palmas 4 130 976
 
 
TOP 30 PIB 2012 no NE
 
Para efeito de comparação, PIB 2011...

 
 


Crescimento do PIB das capitais entre 2011 e 2012

1º São Luís | 20.813.044 | 24.601.718 | 18,20%
2º Macapá | 5.625.727 | 6.453.597 | 14,72%
3º Recife | 33.138.833 | 36.821.898 | 11,11%
4º João Pessoa | 10.104.773 | 11.225.777 | 11,09%
5º Palmas | 3.737.720 | 4.130.976 | 10,52%
6º Florianópolis | 11.431.272 | 12.614.711 | 10,35%
7º Rio Branco | 4.491.134 | 4.946.632 | 10,14%
8º Goiânia | 27.674.005 | 30.131.330 | 8,88%
9º Natal | 12.273.091 | 13.291.177 | 8,30%
10º Teresina | 11.394.906 | 12.306.772 | 8,00%
11º Campo Grande | 15.721.673 | 16.970.656 | 7,94%
12º Cuiabá | 12.407.304 | 13.298.345 | 7,18%
13º Belo Horizonte | 54.713.627 | 58.374.103 | 6,69%
14º Aracaju | 9.221.547 | 9.813.852 | 6,42%
15º Rio de Janeiro | 209.376.409 | 220.924.561 | 5,52%
16º Porto Alegre | 45.518.072 | 48.002.209 | 5,46%
17º Belém | 19.684.502 | 20.557.946 | 4,44%
18º Boa Vista | 5.103.081 | 5.322.964 | 4,31%
19º Brasília | 164.482.129 | 171.235.534 | 4,11%
20º São Paulo | 482.128.112 | 499.375.401 | 3,58%
21º Fortaleza | 41.978.402 | 43.402.190 | 3,39%
22º Porto Velho | 9.518.428 | 9.775.427 | 2,70%
23º Curitiba | 57.638.513 | 59.151.308 | 2,62%
24º Salvador | 38.849.021 | 39.866.168 | 2,62%
25º Vitória | 28.357.236 | 28.655.025 | 1,05%
26º Maceió | 13.733.064 | 13.694.808 | -0,28%
27º Manaus | 51.031.965 | 49.824.579 | -2,37%


Crescimento do PIB das capitais entre 2008 e 2012

1º Porto Velho | 5 066 906 | 9.775.427 | 92,93%
2º São Luís | 14 720 891 | 24.601.718 | 67,12%
3º Teresina | 7 505 653 | 12.306.772 | 63,97%
4º Recife | 22 470 886 | 36.821.898 | 63,86%
5º Campo Grande | 10 460 818 | 16.970.656 | 62,23%
6º Palmas | 2 613 946 | 4.130.976 | 58,04%
7º Florianópolis | 8 125 541 | 12.614.711 | 55,25%
8º Goiânia | 19 456 021 | 30.131.330 | 54,87%
9º Fortaleza | 28 769 259 | 43.402.190 | 50,86%
10º Macapá | 4 282 877 | 6.453.597 | 50,68%
11º Maceió | 9 125 210 | 13.694.808 | 50,08%
12º Natal | 8 858 669 | 13.291.177 | 50,04%
13º Boa Vista | 3 577 244 | 5.322.964 | 48,80%
14º Cuiabá | 8 951 985 | 13.298.345 | 48,55%
15º João Pessoa | 7 658 165 | 11.225.777 | 46,59%
16º Brasília | 117 571 878 | 171.235.534 | 45,64%
17º Aracaju | 6 759 420 | 9.813.852 | 45,19%
18º São Paulo | 356 980 045 | 499.375.401 | 39,89%
19º Rio Branco | 3 547 942 | 4.946.632 | 39,42%
20º Rio de Janeiro | 158 757 286 | 220.924.561 | 39,16%
21º Belo Horizonte | 42 255 583 | 58.374.103 | 38,15%
22º Curitiba | 43 354 307 | 59.151.308 | 36,44%
23º Salvador | 29 393 081 | 39.866.168 | 35,63%
24º Belém | 15 286 066 | 20.557.946 | 34,49%
25º Porto Alegre | 35 844 547 | 48.002.209 | 33,92%
26º Manaus | 38 028 945 | 49.824.579 | 31,02%
27º Vitória | 23 117 059 | 28.655.025 | 23,96%

100 Maiores PIB's municipais brasileiros em 2012

1º São Paulo 499 375 401
2º Rio de Janeiro 220 924 561
3º Brasília 171 235 534
4º Curitiba 59 151 308
5º Belo Horizonte 58 374 103
6º Manaus 49 824 579
7º Porto Alegre 48 002 209

8º Campos dos Goytacazes 45 129 215
9º Guarulhos 44 670 723
10º Fortaleza 43 402 190
11º Campinas 42 766 024
12º Salvador 39 866 168
13º Osasco 39 198 919
14º Santos 37 722 531
15º Recife 36 821 898
16º São Bernardo do Campo 34 185 281
17º Barueri 33 075 587
18º Goiânia 30 131 330
19º Vitória 28 655 025

20º Betim 28 100 845
21º São José dos Campos 28 089 096
22º Duque de Caxias 27 121 886
23º São Luís 24 601 718
24º Jundiaí 23 712 625
25º Uberlândia 21 420 638
26º Contagem 20 647 181
27º Belém 20 557 946
28º Ribeirão Preto 20 300 802
29º Itajaí 19 754 199
30º Sorocaba 19 019 098
31º Joinville 18 299 283
32º Santo André 18 085 141
33º Campo Grande 16 970 656
34º Parauapebas 16 733 726
35º Caxias do Sul 16 651 357
36º São José dos Pinhais 15 419 051
37º Niterói 15 112 496
38º Canoas 14 856 173
39º Serra 14 850 851
40º Macaé 14 459 881
41º Maceió 13 694 808
42º Cuiabá 13 298 345
43º Natal 13 291 177

44º Araucária 13 282 426
45º Londrina 12 826 470
46º Camaçari 12 669 924
47º São Caetano do Sul 12 620 623
48º Florianópolis 12 614 711
49º Cabo Frio 12 480 926
50º Teresina 12 306 772
51º São Gonçalo 11 976 716
52º Piracicaba 11 887 388
53º Anápolis 11 690 888
54º Diadema 11 645 673
55º Ipojuca 11 595 851
56º Rio das Ostras 11 327 340
57º João Pessoa 11 225 777
58º Louveira 11 173 992
59º Angra dos Reis 10 973 424
60º Blumenau 10 927 079
61º São José do Rio Preto 10 738 220
62º Nova Iguaçu 10 665 648
63º Maringá 10 246 122
64º Juiz de Fora 10 078 403
65º Paranaguá 10 007 402
66º Aracaju 9 813 852
67º Porto Velho 9 775 427

68º Paulínia 9 749 771
69º Mogi das Cruzes 9 737 244
70º Jaboatão dos Guararapes 9 480 125
71º Taubaté 9 429 900
72º Uberaba 9 368 416
73º Volta Redonda 9 187 069
74º Petrópolis 9 133 358
75º Rio Grande 8 965 447
76º Feira de Santana 8 635 051
77º Bauru 8 430 517
78º Mauá 7 863 726
79º Sumaré 7 812 309
80º Foz do Iguaçu 7 771 320
81º Limeira 7 718 277
82º Belford Roxo 7 542 639
83º Vila Velha 7 535 326
84º Cotia 7 463 856
85º Aparecida de Goiânia 7 437 833
86º Americana 7 131 532
87º Ipatinga 7 127 482
88º Gravataí 6 936 437
89º Ponta Grossa 6 930 451
90º Cariacica 6 771 111
91º Hortolândia 6 761 007
92º Itapevi 6 712 576
93º Jaraguá do Sul 6 686 194
94º Vinhedo 6 561 501
95º Macapá 6 453 597
96º Cubatão 6 348 145
97º Cascavel 6 282 718
98º Passo Fundo 6 275 589
99º Rio Verde 6 264 991
100º Matão 6 194 929

PIB das Regiões Metropolitanas oficiais acima de R$ 5 bilhões - 2012

RM SP --- 786.499.858,58
RM RJ --- 322.853.814,37
Ride DF --- 184.805.009,72
RM BH --- 149.375.498,01
RM POA --- 116.936.718,65
RM Campinas --- 109.922.383,05
RM CWB --- 103.679.852,74
RM REC --- 75.889.205,75
RM SSA --- 72.929.817,43
RM Vitória --- 60.627.443,72
Baixada Santista --- 60.076.046,13
RM FOR --- 59.616.203,85
RM MAO --- 53.204.310,61
RM GYN --- 45.816.034,45
RM Joinville --- 39.236.846,88
RM BEL --- 26.851.420,32
RM Itajaí --- 26.620.935,28
RM Florianópolis --- 26.009.426,72
RM São Luís --- 25.904.538,38
RM Caxias do Sul --- 25.803.339,37
RM Blumenau --- 22.189.756,55
RM Natal --- 19.930.877,04
RM João Pessoa --- 19.475.078,62
RM Londrina --- 19.350.721,64
RM Cuiabá --- 19.285.615,68
RM Maceió --- 16.145.673,89
RM Maringá --- 15.393.157,12
RM Pelotas --- 15.226.487,52
Ride Teresina --- 14.223.935,00
RM Aracaju --- 12.787.155,32
RM Criciúma --- 12.565.590,27
RM Ipatinga --- 11.975.260,60
RM Chapecó --- 9.813.087,52
RM Macapá --- 8.048.579,78
Ride Petrolina-Juazeiro --- 7.665.766,00
RM Campina Grande --- 7.658.791,50
RM Tubarão --- 7.072.143,90
RM Lages --- 6.477.490,33

Obs.: Em alguns casos, troquei o nome oficial da RM pelo nome da maior cidade, pra facilitar a identificação.

Fonte: ftp://ftp.ibge.gov.br/Pib_Municipios..._2012_xlsx.zip


PIB Estadual a preços constantes - 1939 a 2000
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (http://www.ipeadata.gov.br/)
Unidade: R$ de 2010 (mil)

1939

1 - São Paulo - 37.428.269
2 - Rio de Janeiro - 26.711.210
3 - Minas Gerais - 11.673.917
4 - Rio Grande do Sul - 10.335.255
5 - Pernambuco - 4.003.194
6 - Santa Catarina - 2.916.109
7 - Bahia - 2.861.629
8 - Paraná - 2.692.343
9 - Ceará - 2.200.967
10 - Pará - 1.916.776
11 - Maranhão - 1.755.952
12 - Paraíba - 1.594.279
13 - Goiás - 1.592.355
14 - Espírito Santo - 1.459.034
15 - Piauí - 1.205.765
16 - Mato Grosso - 936.300
17 - Alagoas - 852.190
18 - Rio Grande do Norte - 631.358
19 - Amazonas - 570.349
20 - Sergipe - 451.274

*Acre, Amapá, Distrito Federal (Brasília), Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima e Tocantins ainda não eram unidades federativas.


1950

1 - São Paulo - 73.409.272
2 - Rio de Janeiro - 42.482.831
3 - Minas Gerais - 21.591.330
4 - Rio Grande do Sul - 15.975.272
5 - Paraná - 7.998.952
6 - Pernambuco - 6.108.292
7 - Santa Catarina - 5.543.876
8 - Bahia - 4.229.159
9 - Ceará - 3.874.864
10 - Paraíba - 3.193.672
11 - Espírito Santo - 2.812.739
12 - Goiás - 2.790.415
13 - Pará - 2.163.276
14 - Maranhão - 1.979.875
15 - Alagoas - 1.431.757
16 - Rio Grande do Norte - 1.196.181
17 - Mato Grosso - 1.092.628
18 - Piauí - 1.065.120
19 - Amazonas - 659.053
20 - Sergipe - 626.124

*Acre, Amapá, Distrito Federal (Brasília), Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima e Tocantins ainda não eram unidades federativas.


1960

1 - São Paulo - 149.506.099
2 - Rio de Janeiro - 77.840.626
3 - Minas Gerais - 41.725.890
4 - Rio Grande do Sul - 31.857.347
5 - Paraná - 21.360.861
6 - Santa Catarina - 12.064.657
7 - Pernambuco - 11.221.678
8 - Bahia - 9.672.714
9 - Ceará - 7.403.989
10 - Goiás - 6.842.896
11 - Paraíba - 6.265.592
12 - Pará - 6.084.684
13 - Maranhão - 5.663.311
14 - Espírito Santo - 4.587.370
15 - Mato Grosso - 3.636.816
16 - Alagoas - 2.772.035
17 - Rio Grande do Norte - 2.400.373
18 - Piauí - 2.077.937
19 - Amazonas - 1.597.578
20 - Sergipe - 1.290.181
21 - Distrito Federal - 50.403

*Acre, Amapá, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima e Tocantins ainda não eram unidades federativas.


1970

1 - São Paulo - 308.940.883
2 - Rio de Janeiro - 138.546.914
3 - Minas Gerais - 63.003.340
4 - Rio Grande do Sul - 56.815.178
5 - Paraná - 32.918.267
6 - Distrito Federal - 23.595.548
7 - Santa Catarina - 22.714.692
8 - Pernambuco - 17.111.124
9 - Bahia - 15.805.007
10 - Goiás - 13.379.386
11 - Ceará - 9.889.066
12 - Espírito Santo - 9.391.035
13 - Pará - 8.829.402
14 - Maranhão - 7.696.328
15 - Mato Grosso - 7.142.796
16 - Paraíba - 5.721.471
17 - Alagoas - 4.256.632
18 - Piauí - 3.393.809
19 - Rio Grande do Norte - 2.640.357
20 - Amazonas - 2.351.079
21 - Sergipe - 2.072.718
22 - Acre - 1.315.799
23 - Amapá - 912.941
24 - Rondônia - 692.646
25 - Roraima - 342.059

*Mato Grosso do Sul e Tocantins ainda não eram unidades federativas.


1980

1 - São Paulo - 675.601.789
2 - Rio de Janeiro - 261.885.327
3 - Minas Gerais - 164.503.516
4 - Rio Grande do Sul - 120.009.929
5 - Distrito Federal - 85.691.352
6 - Paraná - 80.095.066
7 - Santa Catarina - 63.803.701
8 - Bahia - 41.291.649
9 - Goiás - 34.525.265
10 - Pernambuco - 34.119.292
11 - Pará - 28.671.904
12 - Espírito Santo - 26.888.597
13 - Ceará - 24.276.030
14 - Maranhão - 18.150.538
15 - Mato Grosso do Sul - 16.637.627
16 - Paraíba - 12.055.512
17 - Alagoas - 9.523.942
18 - Mato Grosso - 9.131.279
19 - Amazonas - 8.684.568
20 - Piauí - 7.967.745
21 - Rio Grande do Norte - 7.168.783
22 - Sergipe - 4.290.702
23 - Rondônia - 4.138.118
24 - Acre - 2.746.405
25 - Amapá - 1.524.443
26 - Tocantins - 1.286.723
27 - Roraima - 988.573


1990

1 - São Paulo - 729.011.518
2 - Rio de Janeiro - 277.917.370
3 - Minas Gerais - 197.253.727
4 - Rio Grande do Sul - 132.519.765
5 - Paraná - 110.069.728
6 - Santa Catarina - 78.987.028
7 - Distrito Federal - 74.373.866
8 - Bahia - 70.009.716
9 - Pernambuco - 50.886.814
10 - Goiás - 45.075.243
11 - Pará - 42.349.504
12 - Espírito Santo - 35.112.577
13 - Ceará - 32.558.210
14 - Maranhão - 22.660.644
15 - Mato Grosso do Sul - 19.005.064
16 - Mato Grosso - 16.752.963
17 - Paraíba - 16.456.710
18 - Amazonas - 16.160.393
19 - Alagoas - 15.487.584
20 - Sergipe - 12.752.439
21 - Piauí - 10.733.696
22 - Rio Grande do Norte - 10.615.672
23 - Rondônia - 8.911.365
24 - Tocantins - 6.918.219
25 - Acre - 3.579.888
26 - Amapá - 2.785.524
27 - Roraima - 2.499.589


2000

1 - São Paulo - 886.359.585
2 - Rio de Janeiro - 309.571.940
3 - Minas Gerais - 251.795.327
4 - Rio Grande do Sul - 195.764.849
5 - Paraná - 151.788.375
6 - Santa Catarina - 111.294.841
7 - Bahia - 106.995.993
8 - Distrito Federal - 99.000.924
9 - Pernambuco - 64.621.925
10 - Goiás - 60.869.402
11 - Ceará - 53.104.705
12 - Espírito Santo - 51.533.951
13 - Pará - 50.822.027
14 - Amazonas - 35.711.146
15 - Mato Grosso - 32.741.516
16 - Maranhão - 27.738.099
17 - Mato Grosso do Sul - 27.166.581
18 - Rio Grande do Norte - 23.093.896
19 - Paraíba - 20.840.093
20 - Alagoas - 17.946.198
21 - Sergipe - 15.810.865
22 - Piauí - 13.924.642
23 - Rondônia - 12.738.807
24 - Tocantins - 9.534.379
25 - Acre - 4.840.506
26 - Amapá - 4.573.042
27 - Roraima - 3.566.451


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sábado, 6 de dezembro de 2014

Governadora Roseana inaugura Avenida IV Centenário



A obra vai desafogar o trânsito naquele trecho de São Luís e promover a mobilidade à população residente em seu entorno.

A governadora Roseana Sarney inaugurou, na tarde desta sexta-feira (5), a Avenida IV Centenário, mais uma importante obra projetada para melhorar a mobilidade urbana na capital maranhense e que integra o PAC Rio Anil em São Luís, parceria do Governo do Estado com o Ministério das Cidades.
Na presença de secretários de Estado, deputados, senadores, do coordenador do Projeto PAC Rio Anil, Márcio Machado, do presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Arnaldo Melo, e de moradores dos bairros beneficiados pela obra, a governadora descerrou a placa e caminhou por um trecho da via.
Ela disse que a nova avenida será de suma importância para a cidade e ajudará a desafogar o trânsito naquele trecho de São Luís, bem como beneficiará a população residente em seu entorno, que poderá ter uma melhor mobilidade.
“Esta é uma importante e esperada obra e melhorará o fluxo de trânsito, contribuindo para reduzir os engarrafamentos. Além disso, integra um projeto ainda maior, que é o PAC Rio Anil, uma iniciativa mais ampla, que beneficia diversas famílias”, disse a governadora.
De acordo com o coordenador do Projeto PAC Rio Anil, Márcio Machado, a avenida em si não é o objetivo principal do projeto PAC Rio Anil nessa área da cidade de São Luís. “Os benefícios são ainda maiores, pois foi pensado para remanejar famílias que residem em palafitas para apartamentos ou melhorar a habitação daqueles que não foram ou não serão remanejadas. Em resumo, o projeto engloba regularização fundiária e obra viária”, disse Márcio Machado.
Para a população, a obra é muito bem vinda. A dona de casa Maria da Graça Oliveira contou que ficou satisfeita com a obra. “Nossa expectativa é que essa nova avenida ajude a valorizar mais os bairros que ficam nesta região, pois eles vão ficar mais acessíveis, e que também ajude a melhorar o trânsito, pois temos muitas dificuldades de nos deslocar em horário de pico”, disse a moradora.


Avenida
Executada pela Secretaria de Estados de Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid), a IV Centenário interliga o bairro da Camboa à Avenida dos Franceses e preserva o Rio Anil, promovendo a integração física da maior área quilombola urbana da América Latina. Com 3,8 quilômetros de extensão, a avenida possui duas pistas, divididas em duas faixas de rolamento, áreas de passeio para pedestres e ciclovia.
A avenida tem aterro hidráulico, um elevado de 1.090 metros de extensão e cinco encaixes: um na Avenida dos Franceses, outro na Camboa, dois na Liberdade e um na Fé em Deus. O novo corredor urbano contribui para desafogar o trânsito das avenidas Luiz Rocha e Getúlio Vargas, criando uma alternativa de acesso à Beira Mar e também a ponte Bandeira Tribuzzi.
A avenida vai melhorar a mobilidade em outra área da cidade, interligando bairros como Camboa e Alemanha. O PAC-Rio Anil abrange obras de saneamento básico, urbanização, habitação de interesse social, regularização fundiária e acompanhamento social das famílias beneficiadas.
O projeto inclui a construção de mais de 2.700 unidades habitacionais, melhorias habitacionais nos bairros da Camboa, Liberdade, Fé em Deus, Monte Castelo, Alemanha, Ivar Saldanha e Vila Palmeira, além da regularização fundiária nesses bairros.

O poeta Ferreira Gullar é o 11º maranhense a se tornar um imortal na Academia Brasileira de Letras

Poeta Ferreira Gullar toma posse na Academia Brasileira de Letras

Ele foi eleito com 36 dos 37 votos para suceder Ivan Junqueira.
Maranhense de 84 anos se disse feliz e honrado ao se tornar imortal.

Daniel Silveira Do G1 Rio
 
Ferreira Gullar toma posse na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (5). O mais novo 'imortal' vai ocupar a Cadeira 37, que pertencia ao poeta e tradutor Ivan Junqueira, morto em julho deste ano. (Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo)Ferreira Gullar toma posse na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (5). (Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo)
O poeta maranhense Ferreira Gullar, de 84 anos, tomou posse na noite desta sexta-feira (5) como membro da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ele passou a ocupar a Cadeira 37, que pertencia ao poeta e tradutor Ivan Junqueira, que morreu em julho deste ano.

O salão Petit Trianon da ABL ficou lotado para a posse do novo imortal. Entre os presentes estavam Cecília Costa Junqueira, viúva de Ivan Junqueira, Claúdia Ahimsa e Luciana Aragão Ferreira Gullar, esposa e filha do poeta.
Em seu discurso de posse, Gullar reverenciou a memória de seus antecessores na cadeira 37. Em tom muito emotivo, enalteceu principalmente o amigo Ivan Junqueira "a quem tenho a dor e a honra de substituir nesta cadeira", disse.

Gullar afirmou que Junqueira foi "um verdadeiro homem de letras" e declamou os versos de um poema do amigo para encerrar o seu discurso. "Não sou eu quem escreve o meu poema. É ele que se escreve e que se pensa. É ele que se escreve com a pena da memória, do amor e do tormento, de tudo que aos poucos se relembra: um rosto, uma paisagem, a intensa pulsação da luz manhã adentro".
Ferreira Gullar tomou posse na ABL nesta sexta-feira (5) (Foto: Daniel Silveira/ G1)
Salão ficou lotado para a posse de Ferreira Gullar
(Foto: Daniel Silveira/ G1)
A Cadeira de número 37 havia sido ocupada, antes de Junqueira, por Silva Ramos, fundador - que escolheu como patrono o poeta Tomás Antônio Gonzaga -, Alcântara Machado, Getúlio Vargas (1883-1954), Assis Chateaubriand (1892-1968) e João Cabral de Melo Neto (1920-1999).

Gullar recebeu 36 dos 37 votos - um foi em branco. Ele concorreu à vaga com Ademir Barbosa Júnior, José Roberto Guedes de Oliveira e José William Vavruk.

Ao ser eleito imortal, Ferreira Gullar disse que foi convencido por amigos a se candidatar. "Vários acadêmicos amigos meus me ligavam pra dizer que eu tinha que entrar, para me convencer. O fato de substituir o Junqueira, que é meu grande amigo, pesou muito. Foi uma coisa muito comovente, eu não sabia que ele estava doente", declarou ao G1 à época.
Biografia
Ferreira Gullar, um dos mais aclamados autores brasileiros vivos, é o pseudônimo José Ribamar Ferreira. Ele nasceu em São Luís, no Maranhão, em 10 de setembro de 1930. Publicou seu primeiro livro, "Um pouco acima do chão", aos 19 anos de idade. Dentre suas principais obras, estão "A luta corporal" (1954), "Dentro da noite veloz" (1975), "Poema sujo" (1976) e "Na vertigem do dia" (1980).

Seu mais recente é "Em alguma parte alguma", que ganhou o prêmio Jabuti de livro do ano em 2011. Ao subir no palco para agradecer pelo reconhecimento, afirmou: "Eu só vou dizer: não sei se poesia é literatura. Fora isso, a gente faz poesia porque a vida não basta".

Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o VC no G1.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Formação em Hipnose Integral em São Luís

 
Aprenda a pontecializar sua mente!!!
 
Finalmente agendada a presença do Mestre da Hipnose em nossa cidade.
Formação Integral em Hipnose. 

 40h, nos dias 8,9,10 e 11 de Janeiro.

 Apenas 20 vagas disponíveis.

 Público alvo:  Médicos, Dentistas, Psicólogos, Terapeutas, Concurseiros e Coaches.

Eventos imperdíveis do mês na Ilha


Casa noturna Life Club será inaugurada hoje em São Luís

 

Local espera lançar novo conceito de balada.    Música electrônica era o som que faltava     
 
O line up de DJs residentes Macau, Caio Massuci, Leandro Moraes, Klinger, Ksyfux e Esteverson comandam a abertura da Life Club, a nova casa de São Luís que abrira, hoje, às 0h00, suas atividades Com o espaço totalmente reformulado, o clube abre sua pista seguindo as tendências de diversão das principais casas de entretenimento do Brasil. Uma nova experiência para os amantes da música eletrônica vai começar!
O projeto assinado pelo arquiteto Antônio Macêdo teve como princípio transformar o prédio, que abrigava a antiga Candy International, em um espaço multifuncional, capaz de receber eventos de qualquer natureza.

Instalada no Centro Histórico de São Luís, a Life Club terá um salão principal com palco, pista de dança e um bar integrado com a diversão. Tudo climatizado, com banheiros amplos e independentes, além da estrutura de som, luz e projeção de última geração. O grande diferencial está na cabine do DJ, que irá mostrar projeções mapeadas em vídeo, desenvolvidas pelo designer de vídeo Etevaldo Trajano. Será uma nova experiência visual a cada festa para os baladeiros de plantão.

Porque Life Club? O DJ e publicitário Macau, responsável pela comunicação do novo empreendimento, explica: "A noite de São Luís precisava trazer mais diversão na vida das pessoas. Por isso, fomos buscar um nome que pudesse expressar a essência da vida em movimento. Música é Vida e as pessoas que frequentam são a vida de um clube. O conceito é simples, unir música e tecnologia com o objetivo de transformar o local em um templo de celebração à vida!”.

Para o empresário do clube, Halan Freitas, o maior desafio foi traduzir o que o público de São Luís busca quando pensa em um espaço para diversão. "Da facilidade de chegar ao local, ao conforto da pista de dança. Tudo foi reformulado com muito carinho para trazer uma nova VIDA ao centro da cidade. Por tudo isso, nós da equipe Life Club esperamos que o resultado surpreenda a todos”, afirma Halan.

A programação da Life Club, ainda em fase de elaboração, contará com um calendário de festas fixas produzidas pela equipe da casa e em paralelo, também disponibilizará uma agenda aberta a eventos de terceiros, como festas corporativas, lançamentos de produtos, ou produção de festas com selos locais, nacionais e internacionais.

Anota ai!


O que? Inauguração Life Club
Quando? Hoje, às às 0h00
Onde? Rua da Palma, 124 - Centro, São Luís
Quanto? R$:30 - Ponto de vendas: Original Outlet (Av. dos Holandeses - Galeria Fiore - Barramar) e Pico Óculos e Acessórios (Rio Anil Shopping)
Na compra de um ingresso vc ganha o cd de lançamento da Life Club. #lifeclubslz #djlife #life #slz

As três criações da Companhia Barrica sobem no palco do Teatro Arthur Azevedo hoje


    O espetáculo será dividido em quatro partes. A abertura será voltada para os folguedos tradicionais, tambor de crioula, boi da Ilha, de Pindaré, de Zabumba e o Boizinho Barrica.

Patrícia Cunha - Patrícia Cunha
Publicação: 05/12/2014 09:19

Cerca de 70 profissionais entre músicos e bailarinos se revezarão no palco do Teatro Arthur Azevedo para dar vida ao espetáculo Companhia Barrica do Maranhão pra todo Mundo, dias 5 (sexta) e 6 (sábado). Na ocasião será lançado o DVD de mesmo nome gravado no São João de 2013, no mesmo Teatro, e relançado o documentário Amor de Bicho, do Bicho Terra, gravado no carnaval do ano passado na Praça Deodoro.
 

Esse espetáculo, segundo, José Pereira Godão, marca o início das comemorações dos 30 anos que a companhia fará em 2015. “Ele vai ser todo gravado em áudio e vídeo e se o material for suficiente vamos transformar em DVD que será lançado em 2015 quando o grupo completa três décadas. Ainda como parte dessas comemorações faremos no ano que vem o lançamento da nova edição do livro Boizinho Barrica Luz de Uma Estrela (1997), que conta a história do Barrica só que ele será ampliado e atualizado com as conquistas dos últimos 20 anos e também terá fotos”, adianta Godão.

O espetáculo será dividido em quatro partes. A abertura será voltada para os folguedos tradicionais, tambor de crioula, boi da Ilha, de Pindaré, de Zabumba e o Boizinho Barrica. Na segunda parte será o coco, cacuriá e sotaque de orquestra. Na terceira etapa é a vez dos cantos natalinos com a Natalina da Paixão. E para encerrar, as folias carnavalescas com o Bicho-Terra.

O repertório do espetáculo atravessará todas as criações da companhia nas vozes marcantes dos cantores Inácio Pinheiro e Roberto Brandão, com participações especiais de Fátima Passarinho e Mariana. O espetáculo é criado e dirigido por José Pereira Godão, com músicas de sua autoria e do poeta Luís Bulcão. A música do compositor Wellington Reis, Mariana, também faz parte do repertório do show.

Duas perguntas//Zé Pereira Godão

Qual a novidade desse espetáculo?

Nós vamos apresentar as três criações da companhia, né? o Boizinho, o Bicho e a Natalina, e ao mesmo tempo fazer a representação dos bumbas meu boi e seus sotaques. A gente recria o clima das apresentações que são feitas nos festivais internacionais, mostrando cada apresentação com seu figurino específico, um cenário muito cuidadoso que representa as três criações, e essa uma novidade, que a gente está fazendo com muito carinho. A outra novidade fica por conta da participação das crianças do Barriquinha que participarão da Natalina representando a simbologia do Espírito Santo, mas tem mais surpresas para quem for assistir ao espetáculo.

O que mais está previsto para os 30 anos do Barrica?

Além do DVD e do relançamento do livro, é provável que façamos a inauguração da Casa Barrica, o Céu de Arte, para as festas juninas. Também temos a viagem para a Turquia, em agosto, que nós recebemos o convite logo que voltamos da Rússia, e como se trata de viagem internacional é natural que tenhamos que viabilizar um suporte para essa apresentação que é de alto nível; e teremos também a etapa de finalização do Ponto de Luz, com a exposição permanente, as oficinas, e o ateliê onde confeccionamos as roupas do grupo e que movimenta toda a comunidade da Madre Deus. Essa etapa também vai gerar um documentário sobre a trajetória do grupo.

Anota aí!

O quê? Espetáculo Companhia Barrica do Maranhão pra todo Mundo
Onde? Teatro Arthur Azevedo (Rua do Sol)
Quando? 5 (sexta-feira), às 21h; 6 (sábado), às 18h30 e 21h
Quanto? R$ 30,00 (preço único)
Produção: ZP Criações Artísticas Ltda.

São Luís é homenageada com moeda do BC

Moeda faz parte da série Cidades Patrimônio da Humanidade

SÃO LUÍS – Comemorando 17 anos de Patrimônio Cultural da Humanidade, título concebido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (UNESCO), São Luís recebeu na manhã desta sexta-feira (5) uma moeda comemorativa do Banco Central. A moeda faz parte da série Cidades patrimônio da Humanidade, que já homenageou as cidades de Brasília, Ouro Preto, Goiás e Diamantina.



A moeda estampa dois ícones que celebram a beleza, a história e cultura da capital: o bumba meu boi e a arquitetura dos casarões.

Com o valor de face de R$ 5, a moeda é cunhada em prata e o custo de aquisição será R$ 180.
O lançamento foi realizado na Associação Comercial do Maranhão, no centro da cidade. Participaram da cerimônia a secretária de Estado da Cultura- representando a Gov. Roseana Sarney- Olga Maria Simão e o chefe do departamento do Meio Circulante, João Sidney de Figueiredo. A moeda foi entregue pelo diretor administrativo do Banco Central, Altamir Lopes ao prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr.
Foto: Ana Beatriz / Imirante.com