quinta-feira, 24 de abril de 2014

Quase tudo pronto para a inauguração do restaurante Coco Bambu de São Luís

A previsão de inauguração é dia 28 de abril

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Infraestrutura de portos e ferrovias do Maranhão traz novos negócios ao Tocantins

Gestor público comenta a interação do Terminal Multimodal de Porto Nacional (TO) com o sistema logístico formado pela Ferrovia Norte-Sul.

Foto: Surgiu.com.br
Instalações para de derivados de petróleo

PORTO NACIONAL - A cidade de Porto Nacional (TO) tem se beneficiado da interligação estratégica com a Ferrovia Norte-Sul e com o Porto do Itaqui, em São Luís, e atraído cada vez mais empreendimentos para a sua região de influência. Depois da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, e da Raízen, ambas com previsão para início da operação em julho deste ano, desta vez é a Norship, terceira empresa de distribuição de combustíveis a se instalar no local.
A Norship recebeu autorização da Agência Nacional de Petróleo (ANP) para construir tancagem para movimentação e armazenamento de produtos químicos e petroquímicos no pátio intermodal ferroviário de Palmas/Porto Nacional.
Segundo o assessor técnico da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), André Pugliesi, a localização estratégica do Tocantins foi crucial para atrair a empresa.
“A chegada da terceira empresa demonstra o potencial que o estado tem para se tornar um grande eixo de desenvolvimento e principalmente de distribuição de produtos, aproveitando a ligação, pela Ferrovia Norte-Sul, do Tocantins com o Porto de Itaqui, no Maranhão,” afirmou.
Pugliesi afirmou ainda que essa logística vai facilitar o trânsito de produtos.
“Se até agora o combustível chega via navegação de cabotagem ao Porto de Itaqui, e depois pela ferrovia até Açailândia, fazendo com que as empresas de Palmas, por exemplo, tenham que se deslocar até o município para buscar o produto para então distribuir para o comércio local, em breve essa lógica se transforma, gerando uma redução de custo bastante significativa para as empresas locais e maior competitividade”, avaliou, destacando que parte do combustível que chegar ao pátio intermodal ferroviário também poderá ser distribuída para Mato Grosso, Bahia, Piauí e Pará.
O assessor técnico ainda disse que a chegada dessas grandes empresas contribui de forma decisiva para a geração de emprego e renda para o estado, principalmente em Porto Nacional, que está em 10º lugar entre as micro regiões brasileiras que mais atraíram profissionais com alta escolaridade.
É o que mostra pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), realizada entre os anos de 2005 a 2010, e divulgada em dezembro de 2013.

Taxa de ocupação hoteleira chegou em 100% em alguns estabelecimentos na orla da capital.

 
Ocupação de hotéis foi satisfatória durante feriado
 

 
A movimentação de turistas no feriado prolongado da Semana Santa em São Luís foi satisfatória para muitos estabelecimentos da rede hoteleira. Mesmo com alguns pontos negativos, como a violência, a má conservação do Centro Histórico e as condições de balneabilidade das praias, alguns estabelecimentos registraram ocupação de 100% e o feriadão foi considerado o melhor período do ano para o setor. Mas a rede hoteleira alertou para a falta de divulgação da capital como destino turístico.
Nan Souza, diretor-presidente do Brisamar Hotel, localizado na Ponta d'Areia, informou que a ocupação no estabelecimento do dia 17 até ontem chegou a 82%, na média, mas que alguns dias, a procura superou o número de leitos do hotel, que tem 113 apartamentos. "Alguns hóspedes ficaram mais tempo do que o previsto durante a reserva e outros chegaram de última hora, então tivemos de encaminhar o excedente para hotéis próximos", disse.
Entre os fatores apontados por Nan Souza para justificar a taxa de ocupação considerada alta, está o feriado longo - de quatro dias -, o que fez com que muitas pessoas que moram em cidades próximas e têm parentes na capital aproveitassem o período para rever os familiares. "Também tem o fato de que o turista que viaja nesse período está em busca de lazer, diferente do que acontece no Carnaval, quando ele busca calmaria e descanso", destacou.
 

Orla- Apesar das condições de balneabilidade das praias de São Luís não estarem favoráveis, os hotéis da orla também tiveram uma boa ocupação. Situado na Ponta do Farol, o Hotel Luzeiros teve uma taxa de ocupação que variou de 98% a 100%. Segundo a gerência do hotel, a taxa se mantém próxima desse percentual normalmente, mas costuma ter uma leve queda nos fins de semana. No entanto, os feriados da Sexta-feira Santa, dia 18, e de ontem, que emendaram com o fim de semana, ajudaram a manter a lotação em alta, mesmo no sábado e no domingo.
 
 
O Hotel Tulip Inn Praiabella teve ocupação de 80%. "As reservas para o período começaram a ser feitas ainda no mês passado. Em relação ao Carnaval, que teve um feriado prolongado, tivemos alta de 20%. O feriado da Semana Santa registrou a maior taxa de ocupação até agora", informou Maria de Jesus Diniz, gerente-geral do hotel. Os principais visitantes vieram de cidades próximas, como Belém (PA) e Teresina (PI). Também foi grande a procura de turistas vindos do interior do estado.

Promoção - Alguns estabelecimentos fizeram promoções para atrair o maior número de hóspedes e a tática deu certo. No WH Rio Poty Hotel, na Ponta d'Areia, as tarifas promocionais fizeram a taxa de ocupação chegar a 100% nos dias do feriado. Normalmente, o hotel trabalha com uma taxa de ocupação que varia entre 40% e 60%. O Litorânea Praia Hotel, localizado na Avenida Litorânea, em frente à Praia do Calhau, os pacotes vendidos para o feriadão incluía passeios, além de descontos nas tarifas, o que fez com que a ocupação superasse os 50%. "Desde dezembro começaram as reservas. A nossa localização, com vista para o mar, também ajudou a vender mais pacotes", disse Maria Martins, gerente do hotel.
 

domingo, 20 de abril de 2014

Anunciadas mais de 5 mil casas pelo Minha Casa, Minha Vida em SL

Os dois novos empreendimentos, Residencial Mato Grosso e Morada do Sol, são viabilizados pela Prefeitura de São Luís.



Foto: Divulgação
O Minha Casa, Minha Vida
Cerca de 24 mil pessoas serão beneficiadas com a construção de mais de 5 mil unidades residenciais pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Os dois novos empreendimentos, Residencial Mato Grosso (3 mil casas) e Morada do Sol (2.176 casas), são viabilizados pela Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria de Urbanismo e Habitação (Semurh), junto ao Ministério das Cidades, por meio de recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). As obras têm início na semana que vem e estão previstas para serem entregues no final de 2015.
Para o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, a construção representa uma conquista. “Não podemos perder as oportunidades que as parcerias com o governo federal propiciam. Podemos dizer que temos hoje o maior programa habitacional da história de nossa cidade. Muitos outros sorteios de casas e apartamentos ainda virão. Nossa meta é oferecer equipamentos urbanos, como escolas e hospitais, que garantam a qualidade de vida”, declarou.
As medidas de incremento com equipamentos urbanos de educação, saúde e lazer obedecem ao novo padrão estipulado em portaria do Ministério das Cidades, a de número 168, que atende ao princípio de habitabilidade. Por ele, é assegurada maior infraestrutura e qualidade de vida, contemplando elementos modernos da construção civil que respeitam a promoção de dignidade e sociabilidade estabelecidos no Minha Casa, Minha Vida.
Nas novas unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, as pessoas com deficiência terão mais qualidade de vida e comodidade. Além da necessidade dos equipamentos comunitários, a presidente Dilma Rousseff determinou que 3% das casas e apartamentos construídos sejam adaptados para pessoas com deficiência e que as demais unidades possam sofrer adequações.

Residenciais - No Residencial Mato Grosso, com 3 mil casas, os moradores serão contemplados com a construção de quatro creches e pré-escola, além de unidade básica de saúde, posto policial, escola de nível fundamental e espaço para feira livre. Já os do habitacional Morada do Sol, com 2.176 casas, disporá de duas escolas de nível fundamental, duas creches e pré-escola, além de uma unidade básica de saúde.
Serão construídas ainda praças em ambos os residenciais. Além de área verde, o espaço contará com equipamentos poliesportivos e desempenhará um importante papel como espaço de uso coletivo.
O secretário de Urbanismo e Habitação, Diogo Lima, destacou a relevância dos empreendimentos para a cidade. “A construção dos conjuntos habitacionais movimenta a nossa economia, gerando oportunidades de emprego e oferecendo qualidade de vida à população de baixa renda. No ano de 2013, foram contratadas mais unidades habitacionais que nos últimos quatro anos anteriores”, informou o secretário.

Números


3 mil casas serão construídas no Residencial Mato Grosso
2.176 casas serão construídas no Residencial Morada do Sol

Envie informações à Redação do Jornal de O Estado por WhatsApp pelo telefone (98) 9209 2564.

Exploração e produção de ouro e brita geraram 75% da CFEM no MA

Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais atingiu a cifra de R$ 5,3 milhões no estado, no ano passado.


Ribamar Cunha
Subeditor de Economia

Foto: Arquivo
Fernando Duailibe

Levantamento da Superintendência Regional do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) no Maranhão revela que somente as atividades de exploração e produção de ouro e de brita respondem por 75% do valor pago de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), no estado, que no ano passado atingiu a cifra de R$ 5,3 milhões.
Além do ouro e da brita, a receita é originária das atividades de extração de calcário, areia, granito, gipsita, água mineral, entre outras substâncias. A CFEM é distribuída da seguinte forma: 12% para a União, 23% para o Estado e 65% para o município produtor.
Com uma população de cerca de 10 mil habitantes, o município de Godofredo Viana, localizado na região noroeste do estado, tem sido um dois mais beneficiados com os recursos da CFEM por conta da atividade de produção de ouro.
Segundo o especialista em recursos minerais do DNPM, o engenheiro de minas Claudinei Oliveira Cruz, Godofredo Viana recebeu R$ 1,5 milhão em 2013 em compensação financeira paga pela Mineração Aurizona S.A, que explora uma mina no município. Ele informou que a atividade de exploração de ouro participa sozinha com 49% da arrecadação da CFEM. Ele disse que, com a ampliação do projeto da Aurizona, a compensação financeira em benefício do município poderá chegar a R$ 4 milhões.
Historicamente, aquela região sempre teve exploração de ouro e deve se tornar numa grande província mineral do país. Atualmente, há 65 autorizações de pesquisa e quatro requerimentos de lavra para novos projetos.

Alíquota - O superintendente regional do DNPM no Maranhão, Fernando Duailibe, informou que, para a exploração de ouro, é aplicada a alíquota de 1% sobre o faturamento líquido para obtenção do valor da compensação financeira. No caso das demais substâncias minerais, as alíquotas variam de 2% (ferro, fertilizante, carvão e outras) e 3% (minério de alumínio, manganês, sal-gema e potássio).
De acordo com a Constituição de 1988, os recursos oriundos da CFEM não poderão ser usados para pagamento de dívida ou em quadro de pessoal da União, Estados e Municípios. A destinação dessa receita deve ser dada a projetos nas áreas de infraestrutura, saúde, educação e qualidade ambiental, em benefício da população.

Setor de mineração tem grandes perspectivas


Para o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), o Maranhão tem grandes perspectivas nesse setor, inclusive com ocorrências de presença de diamante, opala e urânio em algumas regiões do estado. No entanto, se recente de pesquisas para determinar o potencial dessas e de outras substâncias minerais.
Atualmente, há cerca de 700 autorizações de pesquisa registradas pelo DNPM no estado, 80 concessões de lavra, 325 licenciamento para agregados da construção civil (exploração de brita, areia, etc.) e 40 requerimentos de lavra.
O superintendente regional do DNPM no Maranhão, Fernando Duailibe, disse que as pesquisas realizadas no estado são, em sua maioria, de baixa qualidade técnica. Seria necessário investir mais para, por exemplo, comprovar se as ocorrências de diamante são economicamente viáveis, como acontece hoje com o ouro.
Hoje, há pesquisas direcionadas para bauxita, minério de cobre e minério de ferro. No caso dessa última substância, cujas pesquisas se concentram na Região Tocantina, existem 14 relatórios finais apresentados ao DNPM.
Se comprovado ser economicamente viável a produção, as siderúrgicas devem se beneficiar, pois poderão fazer a blendagem (mistura de produtos) com minérios mais ricos para utilização nos fornos. "Se der certo, as siderúrgicas comprarão somente entre 60% e 65% do minério de ferro da Vale", disse o especialista em recursos minerais pelo DNPM, Claudinei Oliveira.

Plano - A Secretaria de Estado de Minas e Energia (Seme) está elaborando o Plano Estadual de Mineração, que visa identificar todas as riquezas minerais do Maranhão, o que proporcionará uma exploração mais sustentável, garantido desenvolvimento e geração de emprego e renda em várias regiões maranhense nos próximos anos.
Ricardo Guterres informou que o Ministério de Minas e Energia é parceiro do Governo do Estado na elaboração do plano, previsto para ser concluído em novembro deste ano. "Pouco se sabe sobre o real potencial do Maranhão no campo da mineração e esse estudo apontará as possibilidades de exploração, de forma segura e dentro de padrões ambientais. É um instrumento que servirá como guia para atrair futuros investimentos, ajudando a consolidar a arrancada econômica que o Maranhão está vivendo na atualidade", afirmou Guterres.

Mais


- A Compensação Financeira é calculada sobre o valor do faturamento líquido, obtido por ocasião da venda do produto mineral. Entende-se por faturamento líquido o valor da venda do produto mineral, deduzindo-se os tributos (ICMS, PIS, Cofins), que incidem na comercialização, como também as despesas com transporte e seguro.
- Quando não ocorre a venda, porque o produto mineral é consumido, transformado ou utilizado pelo próprio minerador, então considera-se como valor, para efeito do cálculo da CFEM, a soma das despesas diretas e indiretas ocorridas até o momento da utilização do produto mineral.

Números


R$ 5,3 milhões Foi o valor da arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais no Maranhão em 2013 65% da arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais serão destinados ao município produtor R$ 1,5 milhão Recebeu em 2013 o munícipio de Godofredo Viana a título de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais

A DIFERENÇA ENTRE SER CONTRA E PERSEGUIR

                                Publicado em Religião | por 



Um filosofastro, muito conhecido por sua virulência oratória, por sua cosmologia pré-copernicana e por sua paranoia comunista, declarou certa vez que todos têm o direito de ser contra a homossexualidade e até mesmo de sentir repulsa por homossexuais. Para apoiar sua opinião, citou o escritor alagoano Graciliano Ramos, que, em Memórias do Cárcere, revelou sentir tal aversão à homossexualidade que, durante o período em que esteve preso, chegava a recusar a comida servida por um cozinheiro gay. Ao que parece, a qualidade do alimento é afetada pela orientação sexual daquele que o prepara.








A DIFERENÇA ENTRE SER CONTRA E PERSEGUIR



Por muito que a figura do sujeito me cause ojeriza, nessa estou com ele. Sendo a liberdade de expressão uma garantia constitucional da nossa democracia, cada um pode usá-la, desde que não seja para incitar a violência, da forma como bem entender, inclusive para envergonhar a si próprio e passar atestado de estupidez. Achar que a homossexualidade é um pecado pode ser uma asnice, mas é um direito legítimo que deve ser respeitado. Além do mais, ninguém pode ser obrigado a gostar de alguma coisa ou alguém. Reações de asco, nojo e repugnância estão muitas vezes, senão sempre, além do controle da nossa vontade. Eu, por exemplo, sinto uma aversão incontrolável pelo sexo geriátrico. Nada fere mais o meu paladar estético do que ver um matusalém de cabeça branca, barriga flácida e pinto mole dando umas fungadas no cangote de uma velha de peito descaído, nádegas murchas e pele encarquilhada. Eis uma cena a que minha curiosidade pornográfica me levou a assistir certa vez e que me custou uma noite de insônia, duas de pesadelo e várias outras de anseios suicidas...
Existe, porém, uma diferença iniludível entre você ser contra uma prática e caluniar seus adeptos, entre você sentir repulsa por um grupo social e negar-lhe direitos que você mesmo desfruta. Nossos senhores homofóbicos não estão apenas manifestando sua oposição à homossexualidade. Estão caluniando e perseguindo, chegando, para esse propósito, ao cúmulo de negar a evidência científica. Dê uma olhada na coletânea de opiniões abaixo e tire suas próprias conclusões:
1) Marco Feliciano: "a aids é um câncer gay"; "a podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam ao ódio, ao crime e à rejeição".
2) Silas Malafaia: "os ativistas gays querem destruir a família".
3) Bento XVI: "o casamento gay ameaça o futuro da humanidade".
4) Myrian Rios: "tenho o direito de me recusar a contratar uma empregada lésbica, para proteger meus filhos da pedofilia".
Se você ainda não conseguiu se decidir, compare as opiniões acima com a do padre Fábio de Melo e a do pastor Ricardo Gondim sobre o mesmo tema.


Aposta de São Luís do Maranhão ganha mais de R$ 37 milhões na Lotomania de Páscoa

 
Uma aposta feita em São Luís, no Maranhão, acertou sozinha as vinte dezenas do concurso 1.444 da Lotomania, concurso especial de Páscoa, realizado na noite deste sábado. (19) O ganhador levou a bolada de R$ 37.261.929,79. Os números sorteados em Gramado, no Rio Grande do Sul, foram 03 - 05 - 12 - 16 - 23 - 24 - 27 - 33 - 35 - 41 - 46 - 62 - 81 - 83 - 85 - 87 - 89 - 91 - 98 - 99.
Além do milionário de São Luís, outros apostadores também serão premiados neste concurso: 86 apostas tiveram 19 acertos e vão ganhar R$ 23.856,24; 1.264 apostas tiveram 18 acertos e vão ganhar R$ 1.623,13; 10.509 apostas tiveram 17 acertos e vão ganhar R$ 122,01; 60.179 apostas tiveram 16 acertos e vão ganhar 21,30. Além disso, apenas uma aposta não acertou nenhum número e vai levar R$ 1.025.818,50.
Publicado Por: Igor Leonardo

sábado, 19 de abril de 2014

Sonegômetro mostra que calote aos cofres públicos já se aproxima de R$ 150 bilhões

 


 
O calote aos cofres públicos está prestes a atingir R$ 150 bilhões, mostra o placar online da sonegação fiscal no Brasil, instalado próximo ao Congresso Nacional, em Brasilia. Segundo o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), o valor daria para construir 30.566.231 postos de saúde equipados. O leitor que desejar consultar a ferramenta em tempo real e ver alguns exemplos do prejuízo que o país tem deve acessar o endereço www.sonegometro.com  na internet ou www.quantocustaobrasil.com.br
Segundo os procuradores, se o Sonegômetro fosse um estado brasileiro, e o valor sonegado fosse colocado como seu Produto Interno Bruto (PIB), estaria em quarto lugar no ranking, perdendo apenas para São Paulo (R$ 1,248 trilhão), Rio de Janeiro (R$ 407 bilhões) e Minas Gerais (R$ 351 bilhões).
O Sinprofaz destaca que não é só o volume do prejuízo que importa, mas a relação direta entre sonegação fiscal e corrupção. Por isso, a categoria considera importante esclarecer a população sobre o problema. A ação faz parte da Campanha Nacional da Justiça Fiscal Quanto custa o Brasil pra você?, criada pela entidade em 2009.
O valor estimado de sonegação tributária é superior a tudo que foi arrecadado em 2011 de Imposto de Renda (R$ 278,3 bilhões). Para chegar ao índice de sonegação, o estudo selecionou tributos que correspondem ao 87,4% do total da arrecadação tributária no Brasil, entre eles os impostos de Renda, sobre Produtos Industrializados (IPI), sobre Operações Financeiras (IOF) e, sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); as contribuições ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e sobre o Lucro Líquido (CSLL), além do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Para os procuradores, existem duas situações: em uma delas, encontra-se a grande maioria dos cidadãos, que precisa trabalhar até quatro meses por ano só para pagar impostos. Na outra, "muito bem camuflada" está uma minoria que se beneficia das diversas brechas da legislação tributária, do sucateamento da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), fazendo fortuna e alimentando os caixas da corrupção, da lavagem de dinheiro e do crime organizado, explicam os procuradores.
“Indiferente e acomodado, o governo prefere repassar a conta para o cidadão, que suporta uma das maiores cargas tributárias do mundo”, destaca o Sinprofaz.
O secretário adjunto da Receita Federal, Luiz Fernando Teixeira Nunes, no entanto, garante que existe um esforço, pelo menos por parte do Fisco, para mudar tal realidade. “Não trabalho com esses números, que são do âmbito da Procuradoria da Fazenda Nacional, uma fase seguinte da cobrança dos créditos tributários. A visão da Receita Federal, sim, é que nós aperfeiçoamos os instrumentos de cobranças aos grandes contribuintes”, disse Nunes.
O secretário lembrou que foram criadas delegacias especializadas e preparadas para trabalhar com os grandes contribuintes para combater a sonegação. “Então, há, sim, cobrança de impostos dos assalariados, da classe média, mas também foram aperfeiçoados os instrumentos de cobrança em relação aos grandes contribuintes.”
Luiz Fernando Nunes lembrou que o Fisco tem pessoas treinadas e capacitadas, que procuram atuar firmemente em relação a esses contribuintes. “Há delegacias especializadas no Rio de Janeiro e em São Paulo apenas para trabalhar com os chamados grandes contribuintes."
Com informações da Agencia Brasil em reportagem de Daniel Lima.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Louzeiro repassa suas memórias

Louzeiro repassa suas memórias


O escritor maranhense José Louzeiro, autor de sucessos como Pixote - A Lei do Mais Fraco e Aracelli, meu amor, se dedica a escrever um livro.

Bruna Castelo Branco
Editora do Alternativo

Foto: Divulgação
O escritor maranhense José Louzeiro

É em um apartamento localizado em um prédio antigo no Centro do Rio de Janeiro, perto da Igreja do São Francisco, entre o badalar dos sinos e a agitação natural de uma grande cidade, que o escritor e jornalista maranhense José Louzeiro, 81 anos, dedica parte do seu tempo a uma nova missão literária: escrever o seu livro de memórias.
A obra ainda não tem previsão de lançamento e é feita sem pressa, pois o escritor, autor de mais de 50 livros - com destaque a obras importantes como Pixote-A Lei do Mais Fraco, Aracelli, meu amor e a biografia Cantando para não enlouquecer, de Elza Soares -, admite ser um exercício complicado o ato de escrever suas memórias. "É difícil falar de mim. Acho que vou escrever no livro sobre o que eu gostaria de fazer e não fiz. Estou escrevendo sem pressa", brinca.
No apartamento em que mora e onde escreve suas lembranças, vários elementos trazem referências cinematográficas e literárias aos visitantes e ajudam a contar a trajetória do escritor. Quadros com cartazes dos filmes Lúcio Flávio - o passageiro da agonia, O Homem da Capa Preta, Pixote-A Lei do Mais Fraco (Louzeiro assina o roteiro das obras), retratos do autor pintados por vários artistas plásticos, incluindo o amigo maranhense Jesus Santos, além de diversos livros de conterrâneos (pude observar obras de Luis Augusto Cassas e Bruno Azevêdo), além de fotografias em um mural onde está afixada também uma cópia de um texto dele publicado no jornal O Estado. "O caderno [de cultura] de vocês está muito bonito", diz, em referência ao caderno Alternativo.

Visita - Nesse cenário com referências tão particulares, o escritor, pioneiro no romance-reportagem no Brasil, recebeu O Estado, às 10h30 de uma quinta-feira, não para uma entrevista, mas para um bate-papo, como quem recebe um amigo.
Logo na portaria do prédio, à espera da equipe estava Ednalva Tavares, agente literária do mestre e companheira dele nessa e em outras vidas. Bem-humorado, ele nos recebe com um: "Desculpa não receber você de pé", em referência à perda do pé esquerdo e da perna direita em decorrência de complicações do diabetes.
Como esperado, a conversa não é marcada por formalidades. Sobre a biografia, Louzeiro adiantou pouca coisa, mas contou histórias da carreira como jornalista tanto no Maranhão quanto no Rio de Janeiro, relembrando alguns personagens importantes, entre eles, o jornalista Nonnato Masson. "Ele me ajudou muito quando eu comecei a minha carreira no jornalismo policial", recorda.
Além do jornalismo e as perseguições que sofreu na época da Ditadura Militar e que o fez trocar São Luís pelo Rio de Janeiro, outros assuntos foram surgindo com uma naturalidade de uma conversa descontraída regada a xícaras de café. "Eu adoro café, se deixar eu tomo o dia todo", comenta, para depois voltar a falar sobre as perseguições que sofreu no Governo de Vitorino Freire. “Desse aí eu faço questão de falar. No meu livro eu deito e rolo”, adianta.
Histórias dos pais, infância, carreira como roteirista cinematográfico e a repercussão do filme Lúcio Flávio - o passageiro da agonia, lançado em 1976, com roteiro dele, direção de Hector Babenco e estrelado pelo então jovem ator Reginaldo Faria - que se despia da imagem de galã para interpretar o ladrão de banco, famoso nos anos 1970 e que foi perseguido pelo esquadrão da morte da Polícia - são alguns dos assuntos do livro. "Foi uma fila para assistir à estreia do filme. Na época fui muito criticado, me acusaram de tratar o Lúcio Flávio como herói e não dar espaço para quem o prendeu. O Lúcio Flávio era um personagem muito mais interessante", conta.
Sobre a produção do cinema no Brasil atual, o escritor e roteirista tem a mesma opinião de Hector Babenco, parceiro dele tanto em Lúcio Flávio como em Pixote. Para eles, a produção de cinema esbarra tanto na falta de patrocínio quanto na ausência de salas para exibição. "A gente faz um filme hoje e ele não vai passar nas salas comerciais. São escassos os bons cinemas", avalia.
Ainda sobre cinema, demonstra curiosidade sobre as novas produções no segmento desenvolvidas no Maranhão. Em especial, gostaria de assistir ao filme O Exercício do Caos, lançado ano passado pelo cineasta Frederico Machado e planeja desenvolver um curso de roteiro em São Luís, um projeto antigo, mas que ainda não aconteceu por falta de parceiros.
E como toda boa conversa passa rápido, com o badalar do sino da Igreja anunciando o meio-dia, nos despedimos do Mestre, deixando-o relembrar suas memórias e torcendo para que esse livro, reunindo tão boas histórias, seja logo lançado.

Mais


No ano passado, foram relançados pela Editora Prumo dois livros do autor. O primeiro foi Aracelli, meu amor, lançado em 1976 e que relata de forma romanceada a morte da menina Aracelli Cabrera Crespo, assassinada por jovens da classe média de Vitória (ES), e o segundo foi Os Amores da Pantera, lançado originalmente em 1982, que narra o assassinato de uma bela socialite brasileira e também mostra um pouco do comportamento da sociedade brasileira nos anos 1970.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Movimento g0y já existe no Maranhão mas você sabe o que é isto?

‘É um modismo’, diz ativista LGBT sobre o movimento dos ‘g0ys’

  • Eles são homens que se beijam, se masturbam juntos e fazem até sexo oral, mas não se acham gays. Penetração é "degradante", dizem
  • Grupo começou nos Estados Unidos, mas tem adeptos no Brasil, com site e página no Facebook   

O americano G0ys.org é o maior portal sobre a comunidade g0y do mundo
Foto: Reprodução
O americano G0ys.org é o maior portal sobre a comunidade g0y do mundo 


RIO - Dois homens podem se abraçar, se beijar, se masturbar juntos e até praticar sexo oral eventualmente, mas isso não significa que eles são gays. Assim pensam os g0ys (assim mesmo, com um zero no lugar do “a”), um grupo surgido nos Estados Unidos em meados da primeira década dos anos 2000 e que vem expandindo sua filosofia pelo mundo, inclusive com muitos adeptos no Brasil. No Facebook, o grupo “Espaço g0y e afins” tem mais de 640 membros.
O site brasileiro “Heterogoy” deixa muito claro que g0y não é gay e explica que “é um heterossexual mais liberal, que não faz sexo com homens, apenas faz brincadeiras sacanas, desde que nesses contatos não ocorra a penetração”, que os participantes do movimento acreditam ser “degradante”. “O termo g0y serve para designar homens que não praticam sexo anal com outros homens”, ressalta outro trecho do site brasileiro.
O grupo, porém, causa polêmica principalmente entre os integrantes do movimento LGBT. Alguns ativistas, como o antropólogo Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia, acreditam que a criação de novas categorias de gênero acaba tirando o foco da luta pelos direitos dos homossexuais.
- Toda diversidade sexual deve ser respeitada. Porém, num país onde um gay ou travesti é assassinado a cada 21 horas, inventar “trocentas” novas identidades de gênero desestrutura o movimento afirmativo dos homossexuais, que ainda estão lutando pela sobrevivência - afirma Mott. - Acho interessante a exploração da sexualidade, mas prefiro estimular que os g0ys se afirmem como gays.
Para o antropólogo, acreditar que só é gay quem pratica sexo anal é um equívoco.
- A homossexualidade não é sinônimo de cópula anal. Alternativas como sexo oral ou masturbação recíproca fazem parte da prática homoerótica desde a Grécia Antiga - explica Mott, que não acredita na perpetuidade dos g0ys. - É um modismo, como as lesbian chics ou os HSH (homens que dizem fazer sexo com outros homens sem se identificar como homossexuais), sendo que essas microidentidades têm um componente homofóbico, pois preconceituosamente identificam o gay como um estereótipo.
Coordenador especial da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio, Carlos Tufvesson concorda com Mott e se mostra surpreso com a necessidade de "catalogar" os desejos sexuais.
- Me espanta esse excesso de rótulos para a sexualidade. Isso, no fundo, tem raiz em um preconceito que liga o gay à feminilidade. Ou a penetração a algo feminino. Para mim, basta que sejam felizes e que curtam suas fantasias, pois quem não dá vazão aos desejos pode se tornar mais um homofóbico que sai por aí matando gays.
As regras são bastante claras para definir o pensamento desse grupo. Há alguns mandamentos simples: g0ys não namoram nem se casam com outros g0ys, “têm no máximo uma amizade íntima”, que definem como um “bromance” (contração das palavras em inglês brother - irmão - e romance). Eles só se casam com mulheres e não podem se envolver com a comunidade LGBT, além de não permitir qualquer associação com “imagens e clichês do mundo gay”.
Os sites sobre o movimento ainda trazem algumas referências históricas. O “Heterogoy” conta que o “bromance” mais famoso da história está registrado na Bíblia, no antigo testamento. “Trata-se de David e Jônatas, que, apesar de machões heterossexuais, beijavam-se e choravam juntos, e a profunda amizade, a união e o amor entre os dois era tão intensos que, mesmo naquela época, foram reconhecidos pela sociedade como sendo superiores ao amor que os dois tinham pelas mulheres”. O site americano G0ys.org ainda diz que a relação afetiva natural entre os homens foi corrompida pelo movimento gay, que pratica o sexo anal. Esse comportamento não é tolerado pelos g0ys.
Existem, porém, alguns grupos de g0ys homossexuais, que só se relacionam com outros homens sob a condição de nunca realizarem sexo com penetração. Segundo os sites que explicam o conceito, os g0ys homossexuais não se identificam com a comunidade gay nem se comportam “publicamente como sendo um deles”, ignorando a diversidade de comportamentos dos homossexuais. Apesar de afirmarem que não são homofóbicos, os sites que falam sobre o movimento valorizam o “homem másculo” e usam expressões como “viadões” e “bichas pintosas” para se referir à comunidade gay.
“Você já viu a abordagem da mídia sobre a comunidade gay e você não se identifica com aquela imagem e considera muitas das práticas repulsivas. A verdade é que você é um cara que realmente ama a masculinidade e aprecia esses traços em outros homens, enquanto, simultaneamente, considera ações que afeminam os homens nojentas e de mau gosto”, exemplifica o maior portal sobre o assunto, o G0ys.org.

Espaço aberto para g0ys

Chamado de primeiro empreendimento g0y do Brasil, o Rancho Hedônia, na verdade, "um espaço aberto para a diversidade", segundo o dono do estabelecimento, Fabio Franco, e recebe também héteros liberais e g0ys. Só pessoas cadastradas podem entrar no clube, que fica em São José de Ribamar, no Maranhão. Lá rolam festas em que se praticam o nudismo, o voyeurismo e o suingue.



- Recebemos pessoas de todas as diversidades, mas o lugar acabou fazendo sucesso entre a comunidade g0y, justamente porque eles se sentem confortáveis aqui. Não há julgamentos, e as pessoas podem exercer sua sexualidade como bem entenderem. É um lugar de encontro - diz Franco. - Nos últimos meses, a procura do rancho por g0ys tem aumentado bastante.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/e-um-modismo-diz-ativista-lgbt-sobre-movimento-dos-g0ys-12223092#ixzz2zAvnjKfw
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Empresas desistem do PI e preferem Timon-MA: lá tem energia que preste

Empresas desistem do PI e preferem Timon-MA: lá tem energia que preste

Energia do Piauí não é suficiente para suprir a demanda, já no Maranhão, é farta

Fonte: 180graus
 
O setor elétrico brasileiro vive uma de suas fases mais inseguras. O contraditório é que a presidente Dilma Rousseff é especialista no assunto, afinal comandou a área por oito anos no governo gaúcho antes de assumir o Ministério das Minas e Energias, no governo Lula. Mas isso parece que não influenciou muito seu mandato, no ano passado, a oferta de energia cresceu 40% menos que o previsto e das linhas de transmissão em obras, 71% tem mais de 13 meses de atraso.
No Piauí a situação parece bem pior, o estado que já sofre de mazelas históricas que o faz o se desenvolver de maneira lenta, deixa passar a oportunidade crescer quando deixa de oferecer energia de qualidade para instalação de indústrias, e pior, perde espaço para o Maranhão, que oferece o ‘paraíso’ para instalação de novas empresas em seu território.
Para simplificar bem este cenário, o setor industrial tem cada vez mais se desestimulado em abrir unidades em Teresina, ou expandir, e estão cada vez mais tentados a crescerem em Timon (MA). O pouco apoio e a falta de investimento do poder público nos distritos industriais e polos empresariais de Teresina estão virando trunfo para a cidade vizinha investir nas indústrias piauienses.
lancado-projeto-executivo-do-polo-empresarial-de-timon1387398458.jpgPrefeito de Timon, Luciano Leitoa, lançou um verdadeiro plano industrial, com muita energia: Piauí ainda parado
Os industriários enfrentam problemas nas três esferas administrativas, como é possível ver no quadro abaixo:
foto-10090-180000007067-20121025121002.jpg
ESTÁ COMPLICADO CONTINUAR NO PIAUÍ
O 180graus conversou com o vice-presidente da Associação Industrial do Piauí (AIP), Gilberto Pedrosa, que confirma a informação. “Temos notado a diminuição das indústrias em busca de incentivos fiscais no Piauí e empresas querendo terrenos nos nossos distritos industriais. O governo tem que tentar parar isso agora, oferecendo um melhor ambiente para o desenvolvimento do setor”, disse.
500b99f52c5-a7c3-49bc-b9df-4c6a4a8aed2d.jpgGilberto Pedrosa: Piauí carece de estrutura adequada
Gilberto pedrosa enumera os problemas enfrentados no estado. “Aqui os distritos industriais não têm vias pavimentadas, problemas com abastecimento de água, energia elétrica e o pior de tudo é internet, que é de péssima qualidade, não tem como uma empresa funcionar sem internet boa. No Maranhão não há esse problema, eles oferecem tudo para que as indústrias se instalem, atendem todas as demandas”, afirmou.
CROWN TEVE QUE ‘COMPRAR’ ENERGIA PARA SE INSTALAR
Crown Embalagens, uma indústria especializada na fabricação de latas de alumínios para cervejas, refrigerantes, sucos e chás, localizada no Polo Industrial Norte, na região da Grande Santa Maria, que fez um investimento de cerca de R$ 250 milhões para instalação no Piauí, teve que puxar energia diretamente da Chesf para iniciar as operações.
fabrica_teresina.jpgCrown precisou de energia ‘arrajada’ da Chesf
Uma subestação própria deve ser construída, e ainda precisarão pagar a Eletrobrás, devido ao monopólio de energia elétrica. Se não fosse essas ações, a empresa ainda demoraria a começar a funcionar, pois, como aconteceu com um empresário do Polo Industrial Sul, que solicitou durante seis meses a instalação da rede elétrica da sua indústria, mas só começou a operar pois ‘puxou’ energia de uma empresa vizinha.
EXPANSÃO PARA TIMON
Várias empresas piauienses já possuem unidades no Maranhão, em especial Timon, que apesar de ser uma cidade que fica ao lado de Teresina, de onde praticamente é dependente, possui fornecimento de energia melhor, que é feito pela Cemar.
Entre as empresas já que possuem unidades em Timon, mas que pretendem continuar expandindo, está o grupo Ferronorte, que possui além do comércio, indústria, a Telanorte e a metalúrgica.
A empresa teria investido milhões em equipamentos para aumentar sua produtividade, mas devido a problemas com energia elétrica tiveram que ficar paradas.
a13881050233dcbe7d44322563ba2684.jpgFerronorte investiu em máquinas, mas não há energia suficiente
Outra empresa que visa negócios no Maranhão e a Telhas Mafrense, um empresa que já recebeu vários prêmios pela qualidade dos produtos, mas que devidos as dificuldades em terras piauienses procura expandir seus negócios.
img5058-1-600x400w.jpgTelhas Mafrense quer ampliar negócios: falta estrutura
A empresa do ramo de carrocerias, Mafrense, que não tem ligações com a empresa anterior, também pretende ampliar para o Maranhão pelas melhores condições oferecidas no estado.
mafrense carrocerias.jpgCarrocerias Mafrense deve ir para o Maranhão também
CONHEÇA A CEMAR
A Companhia Energética do Maranhão, única distribuidora de energia do estado, possui quatro unidades de negócios, distribuídas nas cidades de São Luís, Bacabal, Timon e Imperatriz, atendendo cerca 1.8 milhão de clientesem seus 217 municípios.
politica-meio-ambiente.jpg
Após dois anos sob intervenção da ANEEL, em 30 de abril de 2004, o controle acionário da Cemar foi transferido à SVM Participações e Empreendimentos Ltda - companhia controlada por fundos de private equity da GP Investimentos. Como parte do processo de reestruturação financeira da CEMAR, em abril de 2006, o controle acionário da empresa passou para a Equatorial Energia, primeira empresa com ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo, com sede em São Luís-MA. A Equatorial Energia tem como principal estratégia a expansão de sua operação de distribuição de energia nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
O PARAÍSO INDUSTRIAL EM TIMON
Foi lançado na cidade o Condomínio Empresarial, onde a administração conseguiu viabilizar parcerias pública com o Governo do Estado e iniciativa privada, com quase uma centena de pequenos, médios e grandes empresários, decididos a investir em Timon.
Timon.jpgCondomínio Empresarial em Timon
O lugar que contará com internet em fibra ótica, balança eletrônica, energia abundante, e todo um conjunto de equipamentos além da posição estratégica entre a BR 316, a estrada de ferro e em frente ao aeroporto de Timon. Mais de 100 empresas se instalarão ali.
ELETROBRAS NÃO DÁ CONTA
Esse é um problema que já virou parte do cotidiano do piauiense: falta de energia. Quando começar a ventar para chover, todo mundo já sabe o que acontece em seguida. Às vezes nem precisa acontecer algum fenômeno da natureza para isso acontecer. O pior que isso atrapalha de forma significativa o funcionamento das empresas, tendo em vista a dependência de energia para executar as atividades. Quando falta energia uma série de prejuízos é desencadeada. Um exemplo prático acontece na sede do 180graus, onde na região falta energia quase que diariamente. Imagina o que acontece em empresas de grande porte, indústrias, principalmente de alimentos. Se a Eletrobras não iniciar uma revolução na melhoria da sua distribuição, vai ser complicado o estado crescer.
AINDA HÁ ESPERANÇA
Mas o grande responsável pelos problemas elétricos é o Governo Federal. Neste contexto o Maranhão está realmente bem, afinal o Ministro de Minas e Energias é o maranhense Edison Lobão, e o Piauí continua esquecido.
O novo governador do Piauí, Zé Filho (PMDB), é do setor industrial, foi até presidente da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (Fiepi) e espera-se que o setor comece a andar na sua curta gestão. "Não é possível mais a Eletrobras manter o serviço ineficiente de energia elétrica no Piauí, por que isso está até impedindo que empresas se instalem no Estado e estão precisando se estabelecer no Maranhão", disse certa vez. O novo governador do estado terá um grande desafio, que é recuperar o tempo perdido.
A insegurança da instabilidade elétrica no Piauí é o preço que o desenvolvimento do estado vai pagando.

Repórter: Jhone Sousa
Publicado Por: Jhone Sousa

terça-feira, 15 de abril de 2014

Conab projeta para a safra 2014/15 uma produção de 2,3 milhões de toneladas de cana no Maranhão


Após divulgar os números consolidados da safra 2013/14 de cana-de-açúcar, que no estado, ficou 2,2 milhões de toneladas, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apresentou, quinta-feira (10), sua projeção para a próxima colheita, quando o Maranhão deverá aumentar em 8,60% sua produção, que passará a ser de 2,396 milhões. De acordo com os números da Conab, a área a ser plantada para a próxima safra vai diminuir de 39,56 mil hectares para 38,79 mil, ou seja, -1,95%, em compensação, porém, a produtividade que este ano foi 55.767 milhões de quilos por hectare deve passar para 61.790 milhões, o que representa um ganho de 10,80%.

Segundo as estimativas da estatal, 92,5 mil toneladas da produção maranhense de cana vão ser destinadas para fabricação de açúcar, que deverá ter uma produção de 12,2 mil toneladas no próximo ano. Já 2.304,28 milhões de toneladas serão para transformação em álcool, cuja produção será de 182.462,62 milhões de litros. O etanol anidro terá uma produção de 167.854,51 milhões de litros, e o hidratado, 14.608,11 milhões de litros. Quanto à produção nacional, a Conab estima que o Brasil terá um acréscimo na área plantada, estimado em cerca de 318,7 mil hectares, equivalendo a 3,6% em relação à safra 2013/14. O acréscimo é reflexo do aumento de 4,5% (345,5 mil hectares) na área da Região Centro-Sul, o que compensou o decréscimo de 2,5% (26,9 mil hectares) na área da Região Norte/Nordeste.
São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná foram os estados com maior acréscimo de áreas, com 144,3 mil hectares, 57,9 mil hectares, 59,9 mil hectares e 58,3 mil hectares, respectivamente. Este crescimento ocorreu, principalmente, devido à expansão de novas áreas de plantio das novas usinas em funcionamento e a área da cana bisada, cana produzida na safra 2013/14 e que será colhida na safra 2014/15.

Levantamento - Nas justificativas para chegar a estes números, a Conab explica que no primeiro levantamento são pesquisados dados estimativos como: área em produção, área expandida, área renovada, produtividade, produção, capacidade industrial, energia gerada e consumida, tipo de colheita, desenvolvimento vegetativo da cultura,intenção de esmagamento, quantidade de cana destinada à produção de açúcar e à produção de etanol, dentre outros.
O segundo e terceiro levantamentos têm a finalidade de ajustar os dados estimados no primeiro levantamento, apurar as causas das possíveis alterações e após a consolidação das informações estabelecer e atualizar a estimativa da safra de cana-de-açúcar e dos produtos dela originados. No quarto levantamento buscar-se-á a consolidação dos números finais da safra de cana-de-açúcar nas Regiões Centro-Sul, Norte e Nordeste.

Quase toda a atual safra de cana maranhense será para a produção de etanol

Dos 2,396 milhões de toneladas de cana-de-açúcar a serem colhidos, 96% serão para produzir álcool anidro e hidratado e só 4% para produção de açúcar.

Foto: Arquivo
oestadoma.com

Cerca de 96% da produção total de 2,396 milhões de toneladas de cana-de-açúcar estimada para a safra 2014-2015 no Maranhão terá como destino a produção de etanol anidro e hidratado. O restante vai para a produção de açúcar. É o que revela o primeiro levantamento de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Nesta nova safra, deverão ser destinadas 2,304 milhões de toneladas de cana-de-açúcar para a produção de etanol. Esse quantitativo equivale a um incremento de 8,64% em relação à safra anterior, quando se destinou 2,120 milhões de toneladas para se produzir etanol.
A produção maranhense de etanol deve chegar 182,4 milhões de litros nesta safra. Esse volume corresponde a crescimento de 8,64% em comparação à anterior, quando se produziu 167,9 milhões de litros.
A Conab estima que do total de 182,4 milhões de litros de etanol, a maior parte em torno de 168 milhões de litros, corresponderá a etanol anidro (que se mistura à gasolina) e 14,6 milhões de litros de etanol hidratado, utilizado como combustível.
Apenas 4% da safra total de cana, ou seja, 92,52 mil toneladas, terão como detino a produção de açúcar no estado, estimada em 12,28 mil toneladas.
Neste primeiro levantamento de safra, os produtores maranhenses informaram uma área plantada 38,79 mil hectares, um pouco menor que a anterior, mas que é compensada pelo aumento de 10,80% na produtividade.
Estima-se que a produtividade na lavoura maranhense de cana-de-açúcar alcance 61.790 kh/hectare contra os 55.767 kg/hectare registrados na safra 2013/2014.

Nacional - Em nível nacional, a produção total de cana de açúcar moída na safra 2014/15 é estimada em 671,69 milhões de toneladas, com aumento de 2,0% em relação à safra 2013-2014, que foi de 658,82 milhões de toneladas. Em volume, significa um aumento de 12,87 milhões de toneladas maior que na safra anterior.
Já a produção de etanol total está estimada em 28,37 bilhões de litros, um incremento de 412,19 milhões de litros ou 1,47% em relação aos 27,96 bilhões de litros da safra 2013/14 configurando praticamente uma manutenção dos mesmos números da safra anterior.
Deste total, 12,85 bilhões de litros deverão ser de etanol anidro e 15,51 bilhões de litros de etanol hidratado. Assim, o etanol anidro terá um acréscimo de 8,71% na produção e o etanol hidratado uma redução 3,83%, quando comparados com a produção de etanol da safra anterior.

Mais


- O etanol anidro é misturado à gasolina para baratear o combustível, aumentar sua octanagem e reduzir a emissão de poluentes. O Brasil atualmente utiliza a mistura na proporção de 20%, sendo que essa taxa já atingiu 25% em algumas épocas - valor máximo devido a necessidades de alteração no motor para além dessa proporção. O etanol anidro ainda é utilizado na fabricação de tintas, vernizes, solventes, bebidas destiladas, entre outros produtos.
- Já o etanol hidratado é utilizado como combustível somente no Brasil, desde o fim da década de 70. Além de combustível, o etanol hidratado também está presente em cosméticos, produtos de limpeza, antissépticos, vinho, cerveja e outros líquidos, em graduações alcoólicas que variam de produto a produto.

Números


2,396 Milhões de toneladas de cana-de-açúcar devem ser produzidas na safra 2014/2015 no Maranhão
96% Da produção total de cana-de-açúcar terá como destino a produção de etanol no estado
182,4 Milhões de litros de etanol deverão ser produzidos no Maranhão na safra 2014/2015 de cana-de-açúcar

GTA dá início ao 9º curso de operações aéreas em São Luís


Dos 78 inscritos, 33 passaram em seletivo e vão participar da etapa de treinamento.


Foto: Biné Morais
Participantes assitem a aula inaugural
Trinta e três homens, entre policiais militares, civis, bombeiros e guardas municipais, participaram ontem da aula inaugural do 9º Curso de Operações Aéreas, realizado pelo Grupo Tático Aéreo do Maranhão. A cerimônia da aula inaugural foi realizada no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), na Cohama, e além dos alunos, teve a presença do secretário adjunto de Inteligência e Ações Estratégicas, Laércio Costa; do coordenador-geral do GTA, Delcimar Araújo; do comandante da Capitânia dos Portos do Maranhão, Capitão de Mar e Guerra Marcos Tadashi Hamaoka, entre outros.
De acordo com o capitão Anselmo Azevedo, coordenador adjunto do GTA, o curso terá de 45 a 60 dias de duração e capacitará policiais e demais agentes de segurança no que há de mais avançado no país em operações aéreas. "O GTA é referência nacional, por isso formamos profissionais de segurança em todo o Brasil. O que um policial do GTA faz, outro não faz", afirmou o capitão.

Conceituado - O treinamento com o grupamento do Maranhão é um dos mais conceituados no país e oferece capacitação e aprimoramento técnico dos integrantes do Sistema de Segurança Pública para atuarem como operadores de equipamentos especiais nas unidades áreas de policiamento. Tanto que, entre os alunos, existe gente não só do Maranhão, mas também dos estados do Amazonas, Paraná, Acre, Piauí, Tocantins e Pará.
Durante as aulas, serão abordados temas como Instruções Rústicas, Salvamento Aquático, Tiro Embarcado, Técnica de Abordagem, Defesa Pessoal, Tiro Tático, Patrulha Urbana e Rural, Noções de Sobrevivência em Área de Selva, Técnica de Armamento e Munição Não-Letal, Rapel em Edificações e Aeronaves, Técnica de Primeiros Socorros, Resgate, Armamento e Tiro, dentre outras. "Ao longo da minha formação, eu conheci o GTA e fiquei apaixonado pela forma como eles trabalham, além disso, vi uma oportunidade de buscar uma qualificação melhor", explicou o tenente Flávio Fonseca, que afirmou estar preparado para enfrentar a jornada extenuante que será cobrada durante os dias do curso.
O comandante Delcimar Oliveira, coordenador-geral do GTA, ressaltou o treinamento árduo que é realizado para os alunos, o que transforma o grupo maranhense em referência nacional.
Segundo o comandante, foram 78 inscritos para essa edição do curso, que ofereceu 35 vagas, contudo apenas 26 conseguiram se qualificar, após passarem nos testes preliminares, e vão prosseguir, junto com sete profissionais de segurança de outros estados. Desses, segundo uma previsão, uma média de 15 a 20 conseguirão concluir o treinamento.

Números


78 inscritos
33 alunos iniciaram o curso
45 a 60 dias de treinamento

Alcione está mais uma vez concorrendo ao prêmio de Melhor Cantora de Samba no Prêmio da Música Brasileira

Prêmio da Música anuncia indicados


Cerimônia acontecerá no dia 14 de maio, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro; evento será apresentado ainda em São Luís, no dia 20 de maio.


Foto: Divulgação
 
Com 41 anos de carreira, a cantora Alcione

A cantora maranhense Alcione está mais uma vez concorrendo ao prêmio de Melhor Cantora de Samba no Prêmio da Música Brasileira. A cantora foi indicada em todas as edições do prêmio, que este ano completa 25 anos. A lista, divulgada ontem, traz 103 nomes, selecionados a partir dos 799 CDs e 88 DVDs distribuídos em 16 categorias. A cerimônia será realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no dia 14 de maio e a homenagem será ao samba.
Wilson Das Neves desponta como o recordista de indicações: seis, incluindo as três concorrentes na categoria Melhor Canção, todas de autoria dele: Cara de queixa (com Paulo César Pinheiro), Samba para João (com Chico Buarque) e Se me chamar, ô sorte (com Cláudio Jorge). Das Neves concorre como Melhor Cantor de Samba e o ábum Se me chamar, ô sorte foi indicado a Melhor Álbum de Samba. O álbum está indicado a Melhor Arranjador, com o músico Vittor Santos.
Ney Matogrosso levou quatro indicações por Atento aos sinais: Melhor Álbum e Melhor Cantor Pop/Rock/Reggae/Hip Hop/Funk, além de Melhor Arranjador (Sacha Amback) e Melhor Projeto Visual (Cassia D´Elia).
O álbum Recanto ao Vivo , de Gal Costa, concorre a Melhor DVD e Melhor Álbum de Pop/Rock/Reggae/Hip Hop/Funk, além de dar a artista a indicação como Melhor Cantora na categoria. Edu Lobo está indicado como Melhor Cantor de MPB, com Edu Lobo e Metrópole Orkest, finalista como Melhor Álbum. O disco rendeu indicação para Gilson Peranzzetta como Melhor Arranjador.
A amapaense Patricia Bastos conseguiu indicações como Revelação, Melhor Cantora Regional e Melhor Álbum Regional (Zulusa). Por fim, a Osesp ocupou as três vagas na categoria Melhor Álbum Erudito, pelos discos Concerto Antropofágico, Heitor Villa-Lobos - Sinfonia n° 6 e n° 7 e Rachmaninov.

Duas indicações - Com duas indicações estão 14 artistas/projetos. O grupo paulista Bixiga 70 concorre como Revelação e Melhor Álbum Instrumental. Na Categoria instrumental, Yamandu Costa e Hamilton de Holanda concorrem como Melhores solistas e também como Melhor Álbum (Continente e Mundo de Pixinguinha, respectivamente). O terceiro concorrente a Melhor Álbum na Categoria é Ninho de Vespa, da Spok Frevo Orquestra, indicada a Melhor Grupo Instrumental. Ainda nessa categoria, Vento em Madeira concorre como Melhor Grupo.
Ângela Maria e Cauby Peixoto concorrem como Melhores Cantores de Canção Popular, pelo CD que fizeram juntos, Reencontro, indicado a Melhor Álbum na categoria. Ainda em Canção Popular, o Monobloco também tem duas indicações: Melhor Álbum (Arrastão da Alegria) e Melhor Grupo.
Vitor Ramil concorre como Melhor Cantor e Melhor Álbum de MPB (Foi no mês que vem). Riachão está indicado a Melhor Cantor e Melhor Álbum de Samba (Mundão de Ouro). Lula Queiroga concorre como Melhor Álbum de Pop/Rock/Reggae/Hip Hop/Funk (Todo dia é o fim do mundo), indicado ainda a Melhor Projeto Visual (de Zé Mateus Alves).
A categoria Regional tem dois artistas com duas indicações: Quinteto Violado e 3 Brasis concorrem como Melhor Grupo e Melhor Álbum (Canta Gonzagão e 3 Brasis, respectivamente).

Mais


A partir de 15 de maio, a turnê itinerante do Prêmio da Música Brasileira percorrerá o Brasil com o patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A estreia será no Rio de Janeiro, nos dias 15 e 16 de maio, no Theatro Municipal, seguida de São Luís (20), Belém (22), Parauapebas (25), Belo Horizonte (28), Vitória (31)
e Corumbá (03).