domingo, 26 de julho de 2015

SÉRIE SOBRE AS BELEZAS DO MARANHÃO SERÁ EXIBIDA NA REDE RECORD

Acho que vai ser bacana!


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SÉRIE SOBRE AS BELEZAS DO MARANHÃO SERÁ EXIBIDA NA REDE RECORD
Terras das Águas é o nome da série sobre o Maranhão, que vai ao ar a partir desta segunda-feira (27), às 21h30, durante o Jornal da Record. Serão cinco episódios com duração de 15 minutos cada, exibidos em todo o Brasil e em 150 países, por meio da Record Internacional. O roteiro contemplou os polos São Luís, Lençóis Maranhenses e Delta das Américas, e Chapada das Mesas. Além da capital, a equipe visitou municípios de Raposa e Alcântara, seguindo para Tutóia, Santo Amaro e Carolina. Não percam!

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Série sobre as belezas do Maranhão será exibida em rede nacional

Terras das Águas é a série sobre o Maranhão que vai ao ar no Jornal da Record. O roteiro contemplou São Luís, Lençóis Maranhenses, Delta das Américas e Chapada das Mesas

TURISMO
27/07/2015 - 07h30
Foto: Divulgação.
Divulgação
Profissionais da Record trabalhando nos Lençóis Maranhenses
Terras das Águas é o nome da série sobre o Maranhão que vai ao ar, a partir desta segunda-feira, dia 27, às 21h30, durante o Jornal da Record. Serão cinco episódios com duração de 15 minutos cada, exibidos em todo o Brasil e em 150 países, por meio da Record Internacional.
Foto: Divulgação.
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Filmagens em São Luís para a série sobre o Maranhão a que a Rede Record levará ao ar
O roteiro contemplou os polos São Luís, Lençóis Maranhenses e Delta das Américas, e Chapada das Mesas. A equipe visitou os municípios de São Luís, Raposa e Alcântara, seguindo para Tutóia, Santo Amaro e Carolina. A ação também contou com o apoio das secretarias municipais de turismo e empresários do setor das cidades visitadas.
As imagens foram captadas em junho, durante o período dos festejos juninos. “Além dos destinos turísticos, a equipe da Rede Record pôde vivenciar a diversidade cultural encontrada no Maranhão. Nossa expectativa é que as reportagens apresentem parte das inúmeras experiências que o turista poderá vivenciar em nosso estado", explicou a secretaria de Turismo do Maranhão, Delma Andrade.
  • Profissionais da Record trabalhando nos Lençóis Maranhenses

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Segunda Esquadra da Marinha já movimenta a Ponta da Espera na Baía de São Marcos

2ª Esquadra: 4º DN melhora aquartelamento do pelotão de fuzileiros que vigia a Ponta da Espera

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Destacamento de proteção da Ponta da Espera pertence ao efetivo do Grupamento de Fuzileiros Navais de Belém
Por Roberto Lopes
O 4º Distrito Naval, sediado em Belém, concluiu as obras de recuperação das edificações no passado ocupadas pelo Serviço de Sinalização Náutica 42, e que foram agora designadas para abrigar o Núcleo de Segurança das Instalações e Áreas da Marinha na Ponta da Espera, em São Luís (MA).
O Núcleo é guarnecido por um pelotão de 45 homens pertencente ao efetivo do Grupamento de Fuzileiros Navais de Belém (GptFNBe). O destacamento foi incumbido de manter a segurança da Ponta da Espera, da Ilha do Medo e de seu entorno – locais onde, no futuro, a Marinha do Brasil erguerá as instalações da sua 2ª Esquadra.
A entrega oficial do aquartelamento do Núcleo aconteceu a 3 de julho último, na presença do Comandante do 4º Distrito Naval, vice-almirante Edlander Santos, do Capitão dos Portos do Maranhão, capitão-de-mar-e-guerra Marcos Tadashi Hamaoka, e do comandante do GptFNBe, capitão-de-fragata (FN) Max Guilherme de Andrade e Silva.
A formação da nova esquadra obedece a uma recomendação da Estratégia Nacional de Defesa. Ela implicará na transferência de, pelo menos, 6.000 militares para a região da capital maranhense. Considerando os familiares, o estado receberá entre 20 mil e 30 mil pessoas diretamente ligadas à base da nova esquadra.
24 horas – A escolha da Ponta da Espera/Ilha do Medo levou em conta a estrutura portuária já existente, as condições de navegabilidade na Baía de São Marcos, a grande variação de marés e características do litoral, como número de reentrâncias e profundidade do canal de acesso marítimo.
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A Ponta da Espera já possui modesta infraestrutura portuária
Todos esses parâmetros foram considerados favoráveis à operação das embarcações militares durante as 24 horas do dia – exigência básica do projeto definido pela Força Naval para a sua 2ª Esquadra.
O complexo naval militar também deixará a estrutura da Marinha mais apta a atender as demandas de outro projeto da Estratégia Nacional de Defesa, batizado de “Amazônia Segura”, que prevê instalação de 26 postos navais na região, de forma a aumentar a fiscalização e a vigilância sobre a atividade marítima.
O programa de estruturação da 2ª Esquadra prevê que, no prazo de 30 anos, ela receba (na metade inicial da década de 2040) um porta-aviões. Sua frota deve incorporar ainda um porta-helicópteros classificado como navio de múltiplos propósitos, destinado ao controle de área marítima, a assalto anfíbio e ao socorro a vítimas de desastres naturais.
Ministro – Segundo a coluna INSIDER pôde apurar, recentemente, ao responder ao Requerimento de Informação nº 209/15, formulado pelo deputado Victor Mendes PV-MA, o Ministro da Defesa, Jaques Wagner, afirmou – com base em manifestação do comando da Marinha – que a 2ª Esquadra continua objeto do Planejamento Estratégico da corporação, dentro do Plano de Articulação e Equipamentos de Defesa (PAED), dependendo apenas de decisão governamental que ratifique o Plano e viabilize os recursos para início de construção das instalações.
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Deputado Victor Mendes, do PV maranhense, recebeu garantia do ministro da Defesa: a 2ª Esquadra continua entre as prioridades do Comando da Marinha
“A partir da dotação orçamentária, estima-se em 20 anos o prazo para implantação da estrutura de apoio e início das operações da Segunda Esquadra”, diz o texto assinado por Wagner.
No mesmo documento o ministro confirma que os estudos técnicos recomendam a área abrangida entre a Ponta de Espera e Ilha do Medo “como o local que melhor atende aos requisitos para instalação da 2ª Esquadra”.
Wagner informa também que já foram superadas as questões relativas aos terrenos para instalação da Esquadra. É que os estudos iniciais indicavam que as áreas de propriedade da Marinha na região a ser ocupada pela Base Naval no Maranhão não eram suficientes para abrigar todas as benfeitorias e estrutura física do empreendimento. A questão foi solucionada 19 meses atrás, com a incorporação de terrenos contíguos pertencentes ao Exército, por meio de cessão.
Em 2009 a região portuária da Ponta da Espera foi inspecionada pelo então comandante-geral do Corpo de Fuzileiros Navais, almirante-de-esquadra (FN) Álvaro Augusto Dias Monteiro, que concluiu: a área apresenta as qualidades necessárias para abrigar a 2ª Divisão Anfíbia, que será criada na estrutura de sua corporação para atender as necessidades operacionais da 2ª Esquadra.

sábado, 11 de julho de 2015

São Luís é quarta melhor cidade do Nordeste para se viver, aponta estudo

As 10 melhores cidades do Nordeste para se viver

Constam na lista os municípios nordestinos que apresentaram o melhor desempenho na última edição do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal


A região Nordeste não tem apenas belas praias. Algumas de suas cidades apresentam alto desempenho no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), uma das referências mais usadas para medição da qualidade de vida.
Na lista a seguir estão as 10 cidades mais bem colocadas no ranking montado exclusivamente com os dados que compõem o IDHM. Basicamente, são levados em conta três itens: vida longa e saudável (longevidade), acesso ao conhecimento (educação) e padrão de vida (renda).
A metodologia do índice foi adaptada do IDH Global pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pela Fundação João Pinheiro.

1. Fernando de Noronha, PE
Crédito: Blog do Planalto.
Crédito: Blog do Planalto.
O arquipélago formado por 21 ilhas, ilhotas e rochedos de origem vulcânica aparece no topo da lista dos melhores municípios para se viver no Nordeste, mesmo não sendo uma cidade convencional. Fernando de Noronha, com IDHM de 0,788, tem o status de distrito estadual, ou seja, não há eleições para prefeito, mas sim a indicação de um administrador-geral feita pelo governo do estado.
A Vila dos Remédios, centro comercial da ilha, é onde vive e trabalha a maior parte dos 2,8 mil habitantes do local. Por se tratar de um Parque Nacional, a principal atividade econômica de Noronha é, naturalmente, o turismo. Visitantes do mundo todo visitam a região para conhecer a exuberância de suas matas tropicais, as águas cristalinas de suas praias e, claro, os golfinhos.

2. Recife, PE
Crédito: Wikimedia.
Crédito: Wikimedia.
A capital pernambucana aparece na segunda colocação, com IDHM de 0,772. Tem aproximadamente 1,5 milhão de habitantes e destaca-se como a metrópole mais rica das regiões Nordeste e Norte do país.  Recife alia a vocação de potência econômica local ao grande apelo turístico que possui, em especial por causa de suas praias e construções históricas. No passado, a cidade chegou a estar sob domínio holandês durante 24 anos.

3. Aracaju, SE
Crédito: Prefeitura de Aracaju
Crédito: Prefeitura de Aracaju
O nome de origem tupi da capital sergipana significa “cajueiro das araras”, pelo menos segundo uma das explicações mais aceitas. Aracaju ficou com IDHM de 0,770 na última medição do índice, o que a coloca na terceira posição entre as cidades nordestinas e única representante do Sergipe no top 15. O município tem 571.149 mil habitantes, de acordo com dados do Censo do IBGE de 2010.

4. São Luís, MA
Crédito: Wikimedia Commons
Crédito: Wikimedia Commons
A capital do Maranhão foi a única cidade brasileira fundada por franceses, depois ocupada por holandeses e só posteriormente colonizada por portugueses. Com pouco mais de um milhão de habitantes, São Luís é famosa pela tradição afro-indígena do bumba-meu-boi, festa direcionada a públicos de todas as idades e que ocorre em vários pontos da cidade, desde as periferias até o centro. O IDHM de São Luís é de 0,768.

5. Parnamirim, RN
Crédito: Agência Espacial Brasileira
Crédito: Agência Espacial Brasileira
Pertencente à região metropolitana de Natal, Paranamirim é considerada a cidade mais urbanizada do Rio Grande do Norte. O município que tem IDHM de 0,766 é sede do Centro de Lançamento da Barreira do inferno (CLBI), base que a Força Aérea Brasileira usa para o lançamento de foguetes de pequeno e médio porte, e que é aberto à visitação do público.

6. João Pessoa, PB
Praça dos Três Poderes em João Pessoa. Crédito: Wikimedia Commons
Praça dos Três Poderes em João Pessoa. Crédito: Wikimedia Commons
A capital paraibana recebe o apelido de “Porta do Sol” por localizar-se dentro de seu território a Ponta do Seixas, uma estreita faixa de praia de areia branca, que é a região mais oriental das Américas. Economicamente, João Pessoa concentra 30,7% de todas as riquezas produzidas na Paraíba e tem no turismo sua principal fonte de renda e empregos. O IDHM é de 0,763.

7. Natal, RN
Ponte de Todos, em Natal. Crédito: Newton Navarro, Wikimedia Commons.
Ponte de Todos, em Natal. Crédito: Wikimedia Commons.
Como é possível deduzir, o nome da cidade faz referência direta à festa cristã em que se comemora o nascimento de Jesus, isso porque a data de fundação da cidade foi justamente um 25 de dezembro. Natal é mundialmente conhecida pelo Parque das Dunas, que foi declarado Patrimônio Ambiental da Humanidade pela Unesco. Em  2013, o site de viagens TripAdvisor elegeu o parque como o 5.º melhor da América do Sul. O IDHM de 0,763 é igual ao de João Pessoa, na Paraíba, mas Natal leva uma pequena desvantagem no item renda.

8. Salvador, BA
Centro histórico de Salvador. Crédito:  Wikimedia Commons
Centro histórico de Salvador. Crédito: Wikimedia Commons
Centro da cultura afro-brasileira, Salvador é uma das cidades mais influentes do país. De lá vieram ritmos musicais, gastronomia e festas que se espalharam por todo o país. Trata-se do município mais populoso do Nordeste, com 2,9 milhões de habitantes e pussui a segunda área metropolitana da região, atrás apenas de Recife. A importância histórica de Salvador é enorme. Foi a primeira sede da administração colonial portuguesa no Brasil e é umas das cidades mais antigas de todas as Américas. O IDHM é de 0,759.

9. Lauro de Freitas, BA
Crédito: Wikimedia Commons
Crédito: Wikimedia Commons
Pertencente à região metropolitana de Salvador, o município tem IDHM de 0,754 e foi emancipado da capital baiana em 1962. A região já foi conhecida como freguesia de Santo Amaro do Ipitanga, onde se estabeleceu uma missão jesuítica. Seu nome atual faz referência a um influente político local dos anos 50, falecido num acidente aéreo.

10. Fortaleza, CE
Crédito: Wikimedia
Crédito: Wikimedia
O nome da capital cearense faz referência ao Forte Schoonenborch, edificação militar construída pelos holandeses que ocuparam a região entre 1637 e 1654. A cidade é sede do Banco do Nordeste, o maior banco de desenvolvimento regional da América Latina. A força econômica de Fortaleza está principalmente no turismo, com foco não somente nas belas praias, mas também no turismo de negócios. O IDHM da cidade é de 0,754, o mesmo de Lauro de Freitas, na Bahia, mas a cidade cearense é superada nos itens renda e longevidade, embora apresente índices mais altos no item educação.
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Confira também:
As 10 melhores grandes cidades do Brasil para se criar os filhos
As 10 melhores pequenas cidades do Brasil para se viver
As 15 melhores cidades para se viver em Santa Catarina
As 20 melhores cidades de São Paulo para se viver


terça-feira, 7 de julho de 2015

Roberto Lopes, bacabalense bicampeão mundial de vôlei de prai

 Roberto Lopes, bacabalense bicampeão mundial de vôlei de praia, explica a "fórmula para ser um grande campeão"


A garotada de Poranga-CE recebeu com festa o ex-atleta Roberto Lopes, bicampeão mundial de vôlei de praia. No centro cultural da cidade, ele contou às crianças um pouco de sua trajetória e do que é necessário para se tornar um vencedor no esporte.

Participante de edições anteriores do Esporte na Minha Cidade, o eleito melhor do mundo por três vezes comentou que em cada cidade a recepção é diferente, mas a troca de experiência com os moradores, especialmente com as crianças, é sempre positiva.

Roberto fez questão de afirmar várias vezes que “qualquer um presente pode ser um campeão”, mas que era necessário aprender a traçar objetivos em busca de sonhos.

Numa apresentação da “fórmula para ser um grande campeão”, apontou nove pontos-chave a serem seguidos: sonho, paixão, compromisso, perseverança, determinação, obstinação, sacrifício, renúncia e disciplina.

Com fotos da época de criança, em Bacabal, sua terra natal, mostrou aos pequenos que não era diferente deles e que, por isso, todos podiam também chegar lá.

O parceiro de Franco, na dupla formada em 1978, ainda enfatizou que a paciência é aliada a quem busca perfeição. “Esperamos oito anos pra ganhar dos americanos, mas quando ganhamos foi indescritível”, lembrou.

Ao final da palestra, Roberto Lopes distribuiu autógrafo e ajudou a entregar cinco kits esportivos e mais 400 livros com temática esportiva ao prefeito da cidade, Carlisson Assunção, 38. “Além do benefício material, um evento como esse é importante para a autoestima de nossas crianças, que muitas vezes pensam que não vão realizar seus sonhos porque são oriundas de um município carente”, avaliou o prefeito.
Duas bolas de vôlei, autografadas por Roberto Lopes foram sorteadas entre as crianças e ganharam o garoto Marlon, 13, e a pequena Rebeca, 3. O menino, que joga futsal, imediatamente convidou os amigos para estrear o prêmio e cogitou, inclusive, trocar de esporte.

A garotinha recebeu a bola com um sorriso no rosto, em meio a euforia das crianças ao redor. O mais emocionado, porém, foi o pai de Rebeca, vereador conhecido como Tica do Zezê, 50. “Vi o Roberto jogar e hoje ele está aqui. Mais tarde, vou poder contar pra minha filha quem foi o cara que assinou essa bola e sobre esse dia”.

Roberto Lopes da Costa nasceu em Bacabal no dia 06 de outubro de 1966, é ex-jogador de vôlei de praia, entre suas conquistas importantes está a medalha de bronze obtida no Pan de Winnipeg 1999, além disso, disputou uma edição dos Jogos Olímpicos de Verão , entrou para história ao conquistar o título do Circuito Mundial de 1993, interrompendo a hegemonia norte-americana que durava há quatro temporadas e foi bicampeão do Circuito Mundial em 1995.Em 1998 pela AVP foi eleito o Melhor Jogador Defensivo do ano.

Saiu de Bacabal para morar em Fortaleza com sua família quando tinha apenas 12 anos de idade. (Com informações do Jornal O Povo e Wikipédia).

segunda-feira, 6 de julho de 2015

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Bumba meu Boi do Maranhão, Patrimônio Cultural do Brasil

Levanta, meu boi

30.06.2015 - 18:37  
 
 
 
 
Boi-bumbá, bumba meu boi, boi de mamão, bumba de reis, boizinho -  e a lista continua. São mais de 10 nomes que indicam o mesmo personagem do espetáculo que reúne dança, música e teatro em festas de Norte a Sul do País.
 
Neste dia 30 de junho, quando se comemora o dia de São Marçal, tido como padroeiro dos bombeiros, as festas juninas e as ruas das cidades são tomadas, em especial no Nordeste do Brasil, pelas apresentações do boi, composta por elementos das culturas africana, europeia e indígena.
 
Mesmo com suas variações regionais, a encenação do boi conta a história da escrava Catarina (ou Catirina), que está grávida e com desejo de comer língua de boi. Ela pede ao marido Pai Francisco para matar o boi mais bonito da fazenda. Chico mata o boi, mas tem de ressuscitá-lo para evitar a punição do fazendeiro, dono do boi. O processo de trazer o boi à vida conta com a ajuda de personagens que variam de médico, passando por padre e pajé, ou todos eles juntos. 
 
A importância da manifestação cultura levou o governo federal a instituir, por meio de lei (12.103 de 2009), o Dia Nacional do Bumba Meu Boi, comemorado em 30 de junho.  Cerca de dois anos depois, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), entidade vinculada ao Ministério da Cultura, deu o título de "Patrimônio Cultural do Brasil" à atividades promovidas pelo o Complexo Cultural do Bumba meu boi do Maranhão. 
 
De acordo com Iphan, a manifestação popular maranhense congrega diversos bens culturais associados, divididos entre plano expressivo, composto pelas performances dramáticas, musicais e coreográficas, e o plano material, composto pelos artesanatos, como os bordados do boi, confecção de instrumentos musicais artesanais, entre outros. 
 
Com o recebimento do título, que tem validade de 10 anos, o Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan sugeriu algumas medidas de salvaguarda como o incentivo à documentação, conhecimento e divulgação; fortalecimento e apoio à sustentabilidade dos grupos; e valorização das expressões tradicionais do Bumba meu boi. 
 
A brincadeira está disseminada pelo País e o número de participantes de cada grupo é variável. Apenas no Maranhão, segundo dados do Iphan, levantados em 2010/2011, existem cerca de 450 grupos de bumba meu boi em 70 dos 217 municípios maranhenses.
 
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura
 

sábado, 27 de junho de 2015

Chegou a tão esperada franquia de fast food em São Luís, no Shopping da Ilha

Burger King - São Luís

Atualizado em 26/06/2015 
 
 
festas

Burger King - São Luís
Rede de Lanchonetes Fas Food Onde: Shopping da Ilha

Inauguração: 
(2015 - aguarde)


Uma das maiores redes de Fast Food do mundo com mais de 13.000 restaurantes em 79 países. Assim como McDonald’s, KFC (ainda não tem em São Luís), Subway, Pizza Hut e Starbucks (ainda não tem em São Luís).


Telefone:
(98) 3311-8323

TRABALHE CONOSCO
Emprego - Enviar Currículo:

Administração: (98) 2108 4524


Seja honesto, deixe o link dos créditos ;)
Fonte: http://kamaleao.com/saoluis/1006/burger-king-sao-luis#ixzz3eJtqxhC7

segunda-feira, 22 de junho de 2015

VOCÊ SABE O SIGNIFICADO DA MÚSICA “CHÃO DE GIZ” DE ZÉ RAMALHO?

Você já parou alguma vez na vida para tentar entender esta música tão complexa? Zé Ramalho consegue ser um dos poucos cantores que compõe músicas com alto repertório (de difícil entendimento) e mesmo assim agrada o gosto popular. Consegue transmitir sentimentos.
Hoje no carro ouvindo Chão de Giz, decidi prestar atenção na letra e bateu a curiosidade de conhecer a verdadeira história da música. De entendê-la! Descobri e achei bacana compartilhar com vocês.
Vale a pena a leitura!
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Explicação dada, em tese, pelo próprio compositor, O GRANDE POETA ZÉ RAMALHO, sobre Chão de Giz:
Ainda jovem, o compositor teve um caso duradouro com uma mulher bem mais velha que ele, casada com uma pessoa bem influente da sociedade de João Pessoa, na Paraíba, onde ele morava. Ambos se conheceram no carnaval. Zé Ramalho ficou perdidamente apaixonado por esta mulher, que jamais abandonaria um casamento para ficar com um “garoto pé -rapado”. Ela apenas “usava-o”. Assim, o caso que tomava proporções enormes foi terminado. Zé Ramalho ficou arrasado por meses, mudou de casa, pois morava perto da mulher e, nesse meio tempo, compôs Chão de giz.
Sabendo deste pequeno resumo da história, fica mais fácil interpretar cada verso da canção. Vamos lá!
“Eu desço desta solidão e espalho coisas sobre um chão de giz”
Um dos seus hábitos, no sofrimento, era espalhar pelo chão todas as coisas que lembravam o caso dos dois. O chão de giz indica como o relacionamento era fugaz.
“Há meros devaneios tolos, a me torturar”
Devaneios e lembranças da mulher que não o amou. O tinha como amante, apenas para realizar suas fantasias. Quando e como queria.
Fotografias recortadas de jornais de folhas amiúdes”
Outro hábito de Zé Ramalho era recortar e admirar TODAS as fotos dela que saiam nos jornais – lembrem-se, ela era da alta sociedade, sempre estava nas colunas sociais.
“Eu vou te jogar num pano de guardar confetes”
Pano de guardar confetes são balaios ou sacos típicos das costureiras do Nordeste, nos quais elas jogam restos de pano, papel, etc. Aqui, Zé diz que vai jogar as fotos dela nesse tipo de saco e, assim, esquecê-la de vez.
“Disparo balas de canhão, é inútil, pois existe um grão-vizir”
Ele tenta ficar com ela de todas as formas, mas é inútil, pois ela é casada com um homem muito rico.
“Há tantas violetas velhas sem um colibri”
Aqui ele utiliza de uma metáfora. Há tantas violetas velhas (Como ela, bela, mas velha) sem um colibri (um jovem que a admire), dessa forma ele tenta novamente convencê-la apelando para a sorte – mesmo sendo velha (violeta velha), ela pode, se quiser, ter um colibri (jovem).
“Queria usar, quem sabe, uma camisa de força ou de vênus”
Este verso mostra a dualidade do sentimento de Zé Ramalho. Ao mesmo tempo que quer usar uma camisa de força para se afastar dela, ele também quer usar uma camisa de vênus para transar com ela.
“Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro”
Novamente ele invoca a fugacidade do amor dela por ele, que o queria apenas para “gozar o tempo de um cigarro”. Percebe-se o tempo todo que ele sente por ela um profundo amor e tesão, enquanto é correspondido apenas com o tesão, com o gozo que dura o tempo de se fumar um cigarro.
“Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom”
Para quê beijá-la, se ela quer apenas o sexo?
“Agora pego um caminhão, na lona vou a nocaute outra vez…”
Novamente ele resolve ir embora, após constatar que é impossível tentar algo sério com ela. Entretanto, apaixonado como está, vai novamente à lona – expressão que significa ir a nocaute no boxe, mas também significa a lona do caminhão, com o qual ele foi embora – ele teve que sair de casa para se livrar desse amor doentio.
“Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar”
Amor inesquecível, que acorrenta. Ela pisava nele e ele cada vez mais apaixonado. Tinha esperanças de um dia ser correspondido.
“Meus vinte anos de ‘boy’ – that’s over, baby! Freud explica”
Ele era bem mais novo que ela. Ele era um boy, ela era uma dama da sociedade. Freud explica um amor desse (Complexo de Édipo, talvez?).
“Não vou me sujar fumando apenas um cigarro”
Depois de muito sofrimento e consciente que ela nunca largaria o marido/status para ficar com ele, ele decide esquecê-la. Essa parte ele diz que não vai se sujar transando mais uma vez com ela, pois agora tem consciência de que nunca passará disso.
“Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval”
Eles se conheceram em um carnaval. Voltando a falar das fotos dela, que iria jogar em um pano de guardar confetes, ele consolida o fim, dizendo que já passou seu carnaval (fantasia), passou o momento.
“E isso explica porque o sexo é assunto popular”
Aqui ele faz um arremate do que parece ter sido apenas o que restou do amor dele por ela (ou dela por ele): sexo. Por isso o sexo é tão popular, pois apenas ele é valorizado. Ela só queria sexo e nada mais.
“No mais, estou indo embora”
Assim encerra-se a canção. É a despedida de Zé Ramalho, mostrando que a fuga é o melhor caminho e uma decisão madura. Ele muda de cidade e nunca mais a vê. Sofreu por meses, enquanto compôs a música.
Toda essa explicação foi dada pelo próprio Zé Ramalho.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Maranhão será sede do congresso brasileiro de guias de turismo


O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Turismo, apoiou o SINDEGTUR (Sindicato Estadual dos Guias de Turismo do Maranhão), na realizar ação de promoção de São Luis como sede Congresso Brasileiro de guias de Turismo em 2016. “O evento foi uma importante oportunidade de mostrar aos profissionais de turismo do Brasil inteiro um pouco de toda a diversidade que poderão encontrar no Maranhão”, disse a Secretária de Turismo do Maranhão, Delma Andrade.
A ação de divulgação do Maranhão aconteceu durante o encerramento do XXXV CBGTUR (Congresso Brasileiro de Guias de Turismo), realizado entre os dias 3 e 7 de junho, em Cuiabá (MT), e que contou com a participação de 400 profissionais do setor de turismo, de todas as regiões do país. A captação do evento de 2016 para o Maranhão foi uma iniciativa do SINDEGTUR e reforça as iniciativas do governo Flávio Dino para inserir os destinos turísticos maranhenses no mercado competitivo no setor de viagens.
A recepção do XXXVI CBGTUR em 2016 na capital, São Luis, é uma oportunidade relevante para o fomento da atividade turística local e geração de renda para a comunidade, uma vez que o histórico de participantes do evento nas edições anteriores é sempre crescente e conta com a participação de profissionais nacionais e internacionais.
De acordo com a secretária Delma Andrade, a captação de eventos garante benefícios em diversas áreas. “Este tipo de ação ajuda a enfrentar a questão da sazonalidade, garantindo ocupação constante nos hotéis e a movimentação de toda a cadeia produtiva da cidade. Além disso, traz debates importantes para a realidade local, neste caso, profissionais de turismo”, comentou.
Turismo de Eventos
O Turismo de Eventos é um segmento que vem apresentando crescimento significativo nos últimos anos, sendo uma fonte de receita desenvolvida por muitos destinos turísticos no Brasil e exterior. O crescimento deste setor proporciona a entrada de novas receitas e a geração de postos de trabalho, refletindo diretamente na movimentação econômica do turismo no país e nas cidades.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Procon notifica companhias aéreas por redução de voos no Maranhão


PROCON Maranhão notifica companhias áreas por redução de voos no EstadoApós tomar conhecimento, por meio de denúncias, que as companhias aéreas Gol, Azul e TAM reduziram voos comerciais em todo o estado do Maranhão, sem justificativa, o Procon-MA notificou, no final da semana passada, todas as empresas com atuação no Estado. O documento solicita o reestabelecimento dos trechos que foram cancelados e que apresentem justificativas para a interrupção da prestação de serviços.
Caso as companhias não atendam as determinações do órgão, estarão sujeitas a penalidades administrativas e cíveis cabíveis, além de serem responsabilizadas por crime de desobediência. O Procon é vinculado à Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop).
Segundo o diretor-geral do órgão, Duarte Júnior, o governador Flávio Dino reduziu a alíquota do ICMS do querosene de aviação, no dia 18 de março de 2015, com o objetivo de ampliar a malha aérea em âmbito estadual de modo a potencializar e fomentar o turismo no Estado. O diretor informou, ainda, que os valores praticados pelas companhias no estado se mostram superiores aos preços praticados em outros estado do Brasil.
“Mesmo com a redução do tributo, as companhias áreas cancelaram trechos de voos, caracterizando irregularidade na prestação de serviços, vez que a liberdade de escolha aplicada a produtos e serviços inadequados significa infração à legislação consumerista, como afirma o artigo 6, inciso II, do Código de Defesa do Consumidor. Além disso, deveriam informar previamente aos consumidores sobre o cancelamento e aumento dos valores, fato que não ocorreu”, explicou

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Achado fóssil de dinossauro em município do interior do Maranhão


Ocorrência de dinossauros no estado vem motivando a publicação de artigos veiculados em periódicos científicos nacionais e internacionais

Achado fóssil de dinossauro em município do interior do Maranhão

Escavação foi liderada pela UFMA (Foto: Divulgação)
Prosseguem os trabalhos de coleta de um grande dinossauro herbívoro na praia de Itapeua, Cajapió. A escavação, liderada pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), tem também as participações destacadas do Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão, da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e da Universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ), como convidadas. O grupo Hispedabiotec, de Cajapió, e autoridades locais também estão empenhados no trabalho. As atividades são supervisionadas pelo Departamento Nacional de Produção Mineral, órgão federal fiscalizador do patrimônio fossilífero no Brasil.

Fóssil encontrado em Cajapió (Foto: Divulgação)
O maior conjunto de fósseis que surgiram em consequência da erosão marinha de rochas antigas é de um animal de grande porte, aparentemente um herbívoro do grupo dos diplodocóides, que eram comuns em toda a América do Sul em meados do Período Cretáceo (entre 99 e 95 milhões de anos atrás). Juntamente com estes ossos foi encontrado o dente de um grande predador, Carcharodontosaurus, também já registrado nas regiões de Alcântara, Itapecuru Mirim e Coroatá. O espécime fossilizado representa um achado muito raro e ajudará os pesquisadores a refinar melhor as informações sobre a fauna de grandes animais que dominaram o cenário biológico no nordeste brasileiro na Era Mesozoica, quando o mundo foi dominado por grandes répteis.
A ocorrência de dinossauros no Maranhão não é novidade, e vem motivando a publicação de artigos científicos veiculados em periódicos científicos nacionais e internacionais, destacando as ocorrências da Ilha do Cajual, Itapecuru-Mirim e Coroatá. A nova descoberta coloca a região de Cajapió dentro do privilegiado circuito dos grandes achados paleontológicos.
Como a fauna maranhense tem nítidas afinidades com a fauna africana da mesma época, isso dá às ocorrências do estado uma importância reconhecida no cenário global, porque confirma a teoria da separação dos continentes.
A equipe de paleontólogos envolvida na coleta do fóssil de Cajapió se reveza em grupos para manter a atividade contínua até a conclusão dos trabalhos. Os doutores, mestres e alunos de graduação empregam técnicas de escavação, estabilização, retirada e embalagem dos ossos (figuras 2, 3, 4 e 5), para garantir que os mesmos sejam adequadamente removidos da rocha onde estiveram confinados nos últimos quase cem milhões de anos. Depois de estudado, o material deverá revelar novos segredos fascinantes do nosso mundo fantástico há muito esquecido.

terça-feira, 5 de maio de 2015

São Luís a cidade brasileira, irmã quase gêmea de Lisboa, que não nasceu lusitana

A cidade do mundo mais parecida com Lisboa… fica no Brasil

Com as devidas diferenças, como é óbvio, mas pode dizer-se que a cidade do mundo mais parecida com Lisboa fica no Brasil. Saiba qual é e perceba os motivos.
                 
São Luís do Maranhão
 
Remanescente daquele que, em tempos, constituiu o Império Português no mundo, o Centro Histórico de São Luís do Maranhão (século XVII) encerra em si mesmo um período da história do descobrimento do Brasil, por meio de um trecho urbano marcadamente português, embora localizado para além das suas actuais fronteiras territoriais.
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O conjunto de edificações desse período, isto é, do final do século XVII ao XVIII, em São Luís, pertence, estilisticamente, ao chamado período Barroco pombalino. Esse, diz Marcelo, é nome exacto da arquitectura que surge nesse momento, e que é o grande elemento de valor arquitectónico e artístico da Praia Grande. O principal exemplo desse estilo, seu cartão postal é a Rua Portugal, pegando Secretaria de Cultura, Museu de Artes Visuais, aquele conjunto inteiriço.
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Por Colonial entende-se o quê? O Barroco pombalino é um estilo arquitectónico que surge na Europa, em Lisboa, no período em que esta cidade reconstrói grande parte do seu centro, por conta do terremoto que ela sofreu, no ano de 1755, e que coincide, aqui em São Luís, com a criação da Companhia de Comércio Grão-Pará e Maranhão, que é o determinante do desenvolvimento económico do estado, em São Luís e em Alcântara. E o estilo adoptado será, então, o mesmo da reconstrução de Lisboa, estilo arquitectónico que já está no final do período barroco.
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Esse Barroco pombalino já está com um pé no Neoclassicismo. É um barroco muito mais equilibrado, mais sóbrio nas decorações, apontando para alguns elementos de simetria, de limpeza de fachada, que vai ser a marca de fachada da arquitectura neoclássica característica do século XIX.
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Do outro lado do Atlântico, não só a morfologia urbana de Portugal, mas também a sua linguagem arquitectónica, foram genuinamente conservadas no tempo. Passados três séculos, Portugal viria a assistir ao reconhecimento do Centro Histórico de São Luís do Maranhão, ao ser elevado à categoria de Património Cultural da Humanidade (1997).
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Aqui se encontram conservadas as características originais do conjunto arquitectónico e urbano. Tal facto é cuidadosamente registado no Brasil, onde inicialmente a preservação do património edificado era prioritariamente dirigida a um monumento isolado na paisagem urbana; no entanto, quando a intenção e a prática da conservação abrangiam uma área urbana, algumas das características originais já se haviam perdido.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

TAM reduz voos comerciais em Imperatriz



Hamilton Miranda lamenta a falta de mobilização das entidades ligadas à sociedade civil para denunciar os cortes e o aumento do preço das passagens

Jornal o Estado do Maranhão

Imperatriz – A companhia aérea Transporte Aéreo Marília (TAM) começou a reduzir o número de voos no Aeroporto Renato Cortez Moreira, em Imperatriz, no sudoeste do Maranhão. “A empresa tem massacrado a população ao diminuir o número de voos e elevar o preço das passagens, principalmente no trecho de Imperatriz a São Luís. A TAM retirou os voos da noite na linha Imperatriz-São Luís, depois suspendeu os voos do sábado e, agora, decidiu retirar os voos de quinta e sexta-feira”, informou o vereador Hamilton Miranda (PSD).
Miranda lamentou a inércia das entidades ligadas à sociedade civil, bem como da classe política que representa o povo maranhense em Brasília. “Se o cidadão precisar comprar uma passagem com até oito dias de antecedência não pagará menos de R$ 1.500.00. E o pior de tudo isso é que não está tendo vagas”, asseverou.
O vereador propôs a realização de audiência pública, com a participação dos segmentos da sociedade civil organizada de Imperatriz e os representantes da companhia aérea TAM. A meta é viabilizar uma alternativa para regularizar os voos da empresa que opera no aeroporto Renato Cortez Moreira.
A outra companhia aérea, a AZUL, também começou a retirar voos para Belém (PA). “A ideia é conversarmos com a direção dessa empresa para que transfira esses voos para São Luís”, sugeriu Miranda, que avalia a grande demanda de passageiros de vários municípios da região Tocantina e do norte do Tocantins que utiliza esses vôos no aeroporto de Imperatriz para conexão em diversos outros aeroportos do país.

 

domingo, 3 de maio de 2015

Governo Flavio Dino homenageando pessoa viva e que nem maranhense é. Pode isso Roseana Sarney?

Leona Cavalli se rende aos encantos do Maranhão

Natureza e a cultura estado encantam estrela


Ela já havia estado no Maranhão e achou São Luís, com seus tambores, uma paixão. Desta vez, porém, a visita da atriz Leona Cavalli (45) ao estado teve algo muito especial: conheceu o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses e seus arredores, uma imensidão de 155000 hectares, sendo dois terços dessa área cobertos por dunas de areia branca e lagoas que se formam com a água da chuva. Uma delas acabou de ser batizada com o nome da atriz pela Secretaria Estadual de Turismo. “É um dos lugares mais lindos da Terra. Aliás, ao sobrevoar os Lençóis, a sensação é a de estar em outro planeta. Tudo o que eu imaginei foi superado quando pisei na areia, fui acariciada pelo sol e banhada pela água dessas lagoas mágicas. Nasci no outro extremo do País, em Rosário do Sul, RS — cidade que tem um rio de águas cristalinas e praias de areia branca —, e lembrei da infância. Ter a ‘minha’ lagoa nos Lençóis Maranhenses é uma honra e uma emoção muito grandes”, disse. A viagem começou na capital, no Hotel Luzeiros, onde Leona ficou hospedada. A atriz reviu o centro histórico e o Teatro Arthur Azevedo, construído em 1816 em estilo neoclássico. “É da época áurea do ciclo do algodão. Para mim, esse teatro é um templo, o mais lindo que já pisei. É impossível não se apaixonar por São Luís. A cidade tem ruas preservadas com esses azulejos maravilhosos. Tem uma beleza única”, definiu.
Ela sente forte atração pelo Maranhão desde que esteve lá, há alguns anos, para um festival de cinema. “Adoro essa terra. Aqui há mais de 15 festivais culturais: reggae, ópera, poesia, festas do bumba-meu-boi, juninas, tambores de crioula, cacuriá... Enfim, é culturalmente muito rica. E tem ainda uma natureza esplendorosa, um povo carinhoso. São Luís, não por acaso, é conhecida como Ilha do Amor”, declarou ela, que se deliciou ainda com o artesanato e a saborosa comida regional.  Leona continua com turnê da peça Frida y Diego e está em cartaz nos cinemas com o filme Anna K, uma releitura contemporânea de Anna Karenina, do autor russo Leon Tolstói (18281910). Também é autora do livro Caminho das Pedras e está escrevendo outro. Tudo isso sem deixar de lado a TV, onde deve brilhar em novelas. Energia não lhe falta, faça sol ou faça chuva. Foi o que demonstrou nessa viagem que teve a parceria da Mostra Viajar, que ocorre em São Paulo, entre os dias 29 a 31 de maio, das 11h às 19h, no Pavilhão das Cult uras Brasileiras, no Parque do Ibirapuera. De São Luís seguiu para Barreirinhas, porta de entrada dos Lençóis Maranhenses. Navegou pelo Rio Preguiça até o encontro com o mar. Pilotou quadriciclo e sobrevoou a região. Conheceu o artesanato dos vilarejos ribeirinhos e comeu muita tapioca. Brincou com macaquinhos que vinham comer em sua mão. “Não é a toa que o Maranhão seja chamado de Terra dos Encantados; aqui há uma magia muito especial. A natureza em seu estado original faz a gente entrar em uma espécie de transe. O encontro das águas do rio com o mar é emocionante, você sente a diferença da água doce e calma que se encontra com um mar agitado e nervoso. Há uma conjunção de energias muito forte que propicia uma experiência única, que só nesse ponto é possível sentir. Fiquei com gosto de quero mais…”, concluiu.

Tags relacionadas: Leona Cavalli | viagem
Notícia publicada Dom, 3 Mai 2015 as 10:32, por CARAS Digital.
Uma versão deste artigo foi originalmente publicada na edição impressa da Revista CARAS.

PS. A Secretaria Estadual de Turismo nega que tenho feito a homenagem

quinta-feira, 30 de abril de 2015

As 10 cidades mais bonitas do Brasil

São um misto entre praia e interior, modernidade e toques do colonialismo português ou de outros povos. Conheça as 10 cidades mais bonitas do Brasil.


Paraty

1. Rio de Janeiro
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2. Paraty
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3. Blumenau
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4. Olinda
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5. Ouro Preto
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6. Salvador
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7. Maceió
Praia de Jatiúca
8. Fortaleza
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9. Diamantina
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10. São Luís
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